Após o acidente com o avião da companhia aérea alemã Germanwings, muitas conversas surgiram a respeito dos procedimentos de segurança. No momento em que foi constatado que a culpa pela tragédia foi do copiloto Andrea Libutz, os especialistas no ramo aeroviário discutiram sobre a necessidade de exigir que as empresas aéreas obriguem que haja sempre 2 pessoas na cabine, ou seja, quando o piloto ou seu auxiliar sair do cockpit, algum membro da tripulação deve entrar na área de comando da aeronave.

O objetivo dessa ideia é evitar outra tragédia por um ato suicida.

Dia 26 de março deste ano, a revista Exame divulgou que a companhia aérea Norwegian Air inseriu a obrigatoriedade de ter 2 tripulantes em tempo integral como uma das políticas internas mais importantes da empresa durante os seus voos. No mesmo dia, verificando o portal Terra, havia a informação que a EasyJet faria o mesmo.

Como as 2 empresas aérea citadas tem rotas predominantes em território europeu, a equipe de redação do Blasting News colocou em pauta a ideia de entrar em contato com as companhias de aviação Brasileira TAM, Azul e Gol.

Foi verificado o que cada uma delas tinha a dizer sobre o assunto, para então divulgar a seguinte matéria: Companhias aéreas brasileiras estão prevenidas? É obrigatório ter 2 tripulantes na cabine? Este texto foi publicado no dia 27 de março 2015, ou seja, 4 dias antes da ANAC(Agência de Aviação Civil) confirmar a nova mudança de procedimento obrigatório para as empresas brasileiras.

Ontem, a agencia regulamentadora de aviação divulgou em nota que está recomendando as companhias aéreas implementem ações de caráter interno que possam garantir a permanência de no mínimo 2 tripulantes no cockpit do avião em voo.

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De acordo com essa nova solicitação, é necessário que haja sempre um profissional, piloto ou copiloto dentro da cabine. A ANAC ressaltou que essa medida foi tomada para se adequar com as autoridades de outras partes do mundo que também recomendaram este novo procedimento. A agência regulamentadora observou que ainda pode haver mudanças, pois depende das conclusões sobre a investigação sobre o que aconteceu com o voo da Germanwings.

Com certeza, os passageiros se sentem mais seguros com essa nova determinação, sendo improvável uma nova mudança retroativa.

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