É observado no tempo presente, quando os problemas são muitos e a população está emocionalmente acessível, a presença de grupos radicais que acabam ultrapassando a barreira limite entre o que cabe à um grupo e o que cabe à um indivíduo, violando artigos de peso constitucional no Brasil.

A sedução ocorre por diversos meios, vão desde religião, passando por filosofias e até chegando a política, onde excessos são cometidos a todo tempo, uma mistura de violência legal, com abuso teórico e físico, gerando todo um grave choque de cultura.

O choque cultural observado, vem do direito das minorias em ter sua vida, e uma maioria conservadora que busca manter sua forma de viver. Neste ponto, há uma interação complexa em que se pode vislumbrar a separação de uma interação destrutiva, que, com certeza, é a mais problemática, e a construtiva, que é, sem dúvida, a mais desejada e a mais difícil de obter, ainda mais com o forte radicalismo.

Com discursos inflamados, estes radicais sobem ao poder, esperando conseguir se manter lá, usando das técnicas de persuasão, que os levaram a ascender. Infelizmente, tais técnicas nem sempre funcionam com todos fora do seu círculo de influência, o que acaba por criar certa rejeição pública por eles. Afinal de contas, o que levou-os à aquela posição não foi a vontade da grande maioria, mas sim, de pequenos grupos simpáticos à estes, que, com certeza, aprovam e querem o mesmo tipo de ação e visão radical aplicada na forma de Lei e realizada no Brasil.

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Opinião

Obviamente, tal radicalismo muitas vezes acaba por violar completamente as bases constitucionais, nas quais foram fundadas a República. Estes, além de serem rejeitados por grande maioria, também acabam cometendo falhas legais, encerrando o seu processo de evolução política.

Logo, todo esforço coletivo para que, tanto as minorias, quanto a maioria, não sejam prejudicadas é Legítimo. O que não é legítimo é tomar a diretriz de pequenos grupos, tornar estas diretrizes como públicas, violando o bem estar de inúmeros outros grupos, como se estes não existissem ou importassem, sem deixar de observar que estes também fazem parte da República e tem iguais direitos garantidos constitucionalmente.

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