Um olho no relógio. Outro olho na novela. Do relógio para o iPad. Da novela para o céu. Assim estavam muitas pessoas, agoniadas com a possibilidade que um pedaço da nave espacial russa Progress M-27M pudesse cair sobre suas casas. Assim, o mundo parou por alguns momentos sua azáfama para olhar para o céu. Melhor para as estrelas, que observadas brilharam um pouco mais. Pode ter acontecido o despertar de algumas vocações ocultas, até agora não imaginadas para jovens que ainda não sabiam o que fazer.

Alguns decerto resolveram se tornar astronautas. Outros, quem sabe se tornarão estudantes dos mistérios do mundo cósmico. Para os poetas, foi mais uma oportunidade de relacionar o amor com os astros, ambas coisas distantes, do jeito que as coisas andam por aqui.

Todo mundo estava atento. Durante o dia, o assunto dominou as rodinhas na sala de café ou em frente à maquininha que ainda permite que a empresa ganhe algum trocado, ou pelo menos, diminua as despesas com seus executivos, que estão pela hora da morte.

Segundo a agência SatView, a responsável pelo rastreamento mundial de satélites, o retorno da filha pródiga (não desejada da forma como o foi) aconteceu por volta das 21h20 de ontem. O reencontro aconteceu no Mar de Bering, ao extremo norte do Oceano Pacífico, como a agência informou, logo após o fato ocorrer, identificando o local entre o estado americano do Alasca e a Rússia.

A agencia espacial russa Roscosmos, prima da Nasa Americana, por parte de pais políticos por natureza, irmanados no propósito de saber se, no universo, somos realmente os únicos e não teremos com quem dividir os restos que sobrarem do antigo planeta Azul.

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Curiosidades

A agência noticiou de forma pomposa em um linguajar estranho (poucos se aventuram a estudar o Russo e o Mandarim): "A nave Progress M-27M deixou de existir às 05:04 de Moscou (23h02 de Brasília desta quinta-feira). Sua entrada na atmosfera ocorreu sobre a parte central do pacífico".

Assim acabou mais uma das possibilidades de destruição de parte ou do todo do habitat dos seres humanos. Mas não devemos ficar tão felizes assim e continuar a manter a atenção.

Não somente nos avisos de tragédias naturais, como no propósito de cada um fazer a sua parte em nome de um mundo melhor. Que o mar consiga superar a poluição provocada é o que nos restou desejar.

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