O crime violento é profundamente enraizado em alguns países em desenvolvimento, particularmente na América Latina. A revista britânica The Guardian entrevistou alguns especialistas espalhados pelo mundo, para citar soluções para reduzir a Violência e criminalidade nas maiores cidades do mundo. 

1º - Tratar a violência como um problema de saúde pública: "Necessitamos usar campanhas e tecnologia para alcançar cada criança e família nestes países.

Precisamos desenvolver essas ferramentas para se certificar de que todo mundo se sente importante e cuidada através de intervenções parentais, e intervenções familiares, campanhas de bem-estar e educação da primeira infância", diz Anilena Mejia, da Universidade de Queensland, na Austrália.

2º - Programas locais: "Durante os anos 90 no Rio, tivemos taxas de homicídio que vão além de níveis epidêmicos (mais de 100 por 100.000 cidadãos).

A demora não foi em vão, um programa muito caro, mas abrangente no Brasil chamado de Pronasci para amarrar um monte de elementos que eram o motor de violência no país, a construção de estruturas locais, zonas livres de armas e fomentar a cultura cívica para reduzir a violência, que tem sido o caso em Bogotá, na Colômbia e SantaTecla, em El Salvador". 

3º - Concentrar-se em Hotspots: "Nós temos evidência científica de que um foco em hostspots e traficantes pode prevenir ou reduzir a violência.

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Mas precisamos também acompanhar isso com outras medidas - requalificação urbana, melhor planejamento urbano, prevenção situacional. Especialmente intervenção precoce na infância". 

4º - Olhe para todo o quadro: "Enquanto as pessoas estão cientes de que há altos níveis de violência letal no Brasil, esta é muitas vezes deturpada pela mídia nacional e internacional como um simples "policiais contra ladrões dinâmicos"- uma deturpação que é mais frequentemente do que não criminalizar a pobreza.

Muito mais trabalho precisa ser feito na compreensão das estruturas sociais, políticas e econômicas oficiais e não oficiais que sustentam esses níveis elevados", diz Damian Platt, pesquisador, ativista e autor do Rio de Janeiro, Brasil.

5º - Criar programas bem orientados: "Se o objetivo é reduzir os homicídios, em seguida, a seleção dos programas sociais devem estar localizados em áreas de hostspot e incidir sobre o grupo mais propensos a cometer crimes de violência, muitas vezes jovens do sexo masculino entre 10 e 29 anos de idade.

Os fatores de risco para esses jovens se envolverem na criminalidade também tem de ser claramente diagnosticada e complementado com um plano de tratamento que envolve a família e a comunidade", diz Enrique Roig, diretor da Criatives Associates, Washington, DC. 

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