Você já ouviu falar em ciberguerra? Não? Então você nem imagina que computadores podem se tornar verdadeiras armas de guerra. Isso porque essa é uma modalidade de guerra que, no tempo em que vivemos, em quea tecnologia tem tanta importância, pode ter proporções gigantescas caso seja feita entre grandes nações.

Essa semana, depois dos atentados ocorridos em Paris, o grupo de hackers Anonymous declarou guerra ao Estado Islâmico e já conseguiu descobrir e denunciar contas no Twitter pertencentes ao grupo.

Esse tipo de ataque é sempre efetivo, mas não chega nem perto do verdadeiro poder de uma guerra cibernética.

Uma guerra feita pela internet poderia ter um tom catastrófico,considerando o cenário tecnológico mundial. Existe inclusive um site onde você pode ver como anda a situação da guerra cibernética no mundo. Chama-se HoneyMap, um mapa atualizado em tempo real eu permite ver quais países tem um maior índice de ataques virtuais e quais países atacam outros. Alguns dados são guardados para justamente não alarmar quem visita o site e pintar o globo de vermelho, já que esse tipo de tática está cada vez mais frequente.

Geralmente as guerras cibernéticas são voltadas à espionagem, que é basicamente controlar informações destinadas a outras pessoas e praticar atos de sabotagem, que podem ir desde a derrubada de algum site governamental ou, pior, causar algum desastre nuclear.

Visto que hoje a internet é usada para quase tudo e está presente em tantos lugares e funções, a ciberguerrapode ter um tom mais preocupante, já que, não só muitos sistemas bélicos das nações podem ser acessíveis, mastambém hospitais, sistemas energéticos e até usinas nucleares estariam vulneráveis.

O futuro chegou, mas a guerra continua a ser planeada e executada da mesma forma - mas agora com novos meios tecnológicos. Não existe distinção entre civis e militares e é muito mais difícil descobrir os responsáveis por um ataque cibernético e puni-los como devem, o que deixa esse tipo de situação ligeiramente preocupante.

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