Nos últimos dias, uma tag vem viralizando nas redes sociais. Trata-se da TAG#meuamigosecreto. Porém, neste ano, está totalmente diferente dos anos anteriores, em que a tag era usada para 'zombarias' ou mandar indiretas através das redes sociais. Agora, em 2015, as postagens têm um cunho mais social, sendo levado para um lado bem mais sério.

É que essa tag, que é bem comum nessa época do ano, vem sendo utilizada pelas mulheres como forma de denunciarem os comportamentos machistas que são comuns no dia a dia, e, o que é pior, surge, infelizmente, de pessoas próximas.

Tudo começou na terça-feira (24), mas a iniciativa ganhou mais destaque na quinta-feira (25) por ser o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher.

Relatos de situações de abusos, violência física e emocional, que, por muitas vezes, deixamos passar despercebido, foram publicados de forma anônima, em uma página que foi criada no Facebook.

Houve participação de muita gente na campanha, até de pessoas famosas, entre elas, estavam a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e a ex-candidata à presidência Luciana Genro (PSOL).

Teve também outra tag, que tinha muito haver com o tema, e chegou até a está em primeiro lugar nos trending topics do Twitter, que foi a tag #NaoaViolenciadeGenero.

Essas tags dão a oportunidade das mulheres de se manifestarem contra todos os tipos de Violência que as cercam em seu cotidiano. As que passaram por essas situações ajudam na conscientização para que outras mulheres denunciem as mais variadas formas de "misoginia" que sofrem.

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Opinião

Principalmente aquelas em que os agressores são pessoas bem próximas e, na maioria das vezes, amadas.

Pegando carona em outras iniciativas feministas que foram vinculadas nas redes sociais recentemente, e teve ótima repercussão na mídia, as hashtags#MeuPrimeiroAssedio e#meuamigosecretoservem para conscientizar a sociedade sobre o quanto o machismo está arraigado em nossa cultura e que, por muitas vezes, é tratado como uma coisa normal.

Que essas ações contribuampara que os homens machistas mudem de atitude e olhem para as mulheres, não como suas propriedades, mas sim, como suascompanheiras.

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