Assim como no início de 2015, o Ministério da Educação divulgou informações importantes na área da educação. Só que desta vez, a informação é que neste mesmo ano, os cortes chegaram a R$ 10,5 bilhões, correspondente a 10% de todos recursos destinados para Educação.

No início do ano passado, o Governo apresentou o slogan “Pátria Educadora” com proposta de investir e melhor a educação do país. Porém, no decorrer do ano, vários problemas de infraestruturas foram percebidos. Escolas em condições precárias, atraso de salários de professores e outros profissionais educacionais, falta de segurança e péssimas condições de trabalho, onde o lema da presidência ficou apenas no papel.

Em setembro passado, o MEC divulgou uma nota que nos próximos anos “mais de 200 mil professores da rede pública irão se aposentar. E segundo o levantamento até aqui, será difícil substituí-los, pois no país houve uma queda de interesse pela carreira do magistério. Por que será? Quem em sã consciência irá se submeter a um estado que não está comprometido em garantir aos docentes, condições mínimas de trabalho e muito menos com a educação do seu povo?

Mas parece que os cortes com educação e pesquisas, parecem ter chegado a patamares mais altos. Próximo do final do ano passado, a Fapesp também divulgou a informações que cortará cerca de 23 milhões em bolsas de mestrado e doutorado.

Segundo o diretor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Campinas (Unicamp), Luiz Carlos de Freitas diz que “Em um ano de mandato estamos no terceiro ministro.

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A educação é uma área com um imenso passivo motivado pelo acúmulo histórico de falta de prioridade e investimento e há uma pressão muito grande para que os resultados apareçam logo. No entanto, não há atalhos para a boa educação".

A análise foi feita com base nas constantes mudanças e nomeações que ocorreram em apenas um ano. Primeiro, foi nomeado Cid Gomes (Ex-Governador do Ceará) que ficou apenas 76 dias no cargo. Em seguida, Renato Janine Ribeiro, permaneceu apenas cinco meses a frente do MEC, culminando com a volta de Aloisio Mercadante, que já tinha assumido o cargo entre 2011 e 2014.

Resta aqueles que tem intrinsicamente a necessidade de educar, deslumbrar a esperança de um novo amanhã. Onde a educação seja prioridade do estado e o professor tratado como agente do saber, amparados por políticas públicas que garantam uma educação de qualidade e seguranças destes profissionais. Como uma proposta inovadora, o Chile promove ações que visam inserção a educação de qualidade. Uma proposta foi regulamentar o ensino gratuito para todos confira aqui.