A migração para a Europa é uma resposta "natural" da economia

A Europa está vendo cada vez mais a migração de pessoas que “fogem” de uma guerra, uma incapacidade humana de tolerância econômica, apesar dos escritos das religiões estabelecerem que a tolerância é a principal prova que a humanidade tem que passar. A fuga para a Europa sob a argumentação da guerra é falsa. O que realmente está acontecendo é uma migração econômica, ou seja, pessoas que querem ganhar mais, mas estão limitadas na origem e olham para a Europa como uma possibilidade de ganho.

Tem sido assim a centenas de anos, a atividade exploratória gerando novas demandas econômicas para satisfazer alguns interesses de poucos, pois amplia o mercado.

A desculpa da religião maquia os fatores econômicos

A migração para a Europa significa que mais pessoas no ocidente vão seguir o Islã, gerando novas demandas econômicas, equilibrando o excesso de pessoas do mesmo tipo no oriente. O ocidente já fez isso nas grandes migrações para as Américas, Índia e Ásia.

A religião seguia nas migrações anteriores junto com os migrantes que aos poucos gerava um sincretismo, pois a própria religião em novo ambiente se adapta e muda para crescer junto aos novos moradores. Assim como os Jesuítas fizeram o seu papel no Brasil, da mesma forma existirão outros representantes das religiões que estão migrando junto com as pessoas na Europa.

É uma resposta ambiental às diferenças que ampliaram o “gap” entre as religiões do oriente e do ocidente, onde a tecnologia está mais presente no ocidente, mas no oriente os valores milenares ainda são seguidos pelos responsáveis religiosos e que terminam por virar também responsáveis pelo Estado. A questão é: como manter o equilíbrio econômico com o extrativismo mineral?

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Política

Extrativismo irrestrito causa deformações na economia local

O que acontece quando um membro de uma religião se rende aos “negócios”, como o do petróleo? Assim como corpos estranhos no sangue de uma pessoa, ele se torna um estranho à sua comunidade, a qual começa a reagir contra ele e aos que o segue. A inflamação é uma conseqüência e os novos corpos migram para outras regiões, gerando as migrações: uma tentativa de manutenção de um novo Estado, que não possui as características da população original, pois já reconhece as mudanças sociais já ocorridas.

A questão econômica é uma novidade, pois até hoje o mercado pensava em termos de expansão, como se não houvesse limites para isso, impondo um crescente aumento percentual de retorno. Foi assim com os judeus.

Possibilidades de resolver o paradigma da migração

O que acontece quando uma onda bate em uma parede e volta? A expansão do mercado é limitada aos recursos da Terra, que vive atualmente o seu limite.

O resultado é uma flutuação entre três estados distintos:

  • a somatória positiva das ondas encontra-se em um pico e pode gerar uma superexpansão da economia, devido aos novos atuantes nos mercados velhos e uma ausência na origem, gerando maior diferença de potencial;
  • a somatória negativa gera uma grande depressão e ambos os lados sucumbem, de um lado por um excedente ainda maior de população e de outro pela ausência de número suficiente para manter a economia funcionando;
  • dois pontos de inflexão, onde os movimentos não caracterizam mudanças significativas em nenhum dos lugares, é o tempo de adaptação e reflexão em ambos os campos.

Uma forma de manter o equilíbrio é haver uma migração contrária para equilibrar e formar pontes de economia, onde Europeus passem a morar na África, gerando outra onda de expansão econômica com novas demandas.

Entretanto, quem vai dizer isso a eles?

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