Nesse sábado, 25, milhares de pessoas tomaram conhecimento da história de um jovem, vítima da violência urbana que cresce de maneira assustadora e que o poder público nada faz para cessá-la.

A história do jovem Bruno envolve uma figura caricata que ganhou o status de vítima essa semana e que, quando jornalistas e internautas falaram a verdade sobre as bandeiras defendidas por ela, foram criticados e até 'punidos'.

Quem é ela?

Seu nome é Maria do Rosário, deputada federal do partido dos trabalhadores do Rio Grande do Sul, ex-ministra da Secretaria dos Direitos Humanos do Brasil. Suas defesas explícitas e que podem ser comprovadas através de inúmeros vídeos espalhados pela internet, sempre foram dos direitos humanos dos criminosos, sejam eles menores infratores ou adultos com extensa ficha criminal.

A vítima

Bruno levava uma vida normal até que, em abril de 2010, um criminoso de dezoito anos tentou ceifar a sua vida para tomar posse de um aparelho celular.

Bruno sobreviveu a tentativa de latrocínio, mas ficou tetraplégico. Antes de sair do hospital e recomeçar sua vida, ainda de seu quarto, assistiu ao mesmo criminoso que destruiu sua vida em um programa de TV, reclamando seus direitos e Maria do Rosário o defendendo ferrenhamente.

O jovem conta indignado que os direitos humanos nunca o procurou, mas que Maria do Rosário, que sempre defendeu os criminosos do país, estava lá em defesa de um homem que, além de tentar matá-lo, já havia matado duas pessoas aos dezesseis anos de idade.

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Polícia

Inversão de valores

Atualmente, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) é o parlamentar que possui mais projetos de lei voltados para a segurança pública em todo o Brasil. Dentre eles, a PEC 301 de 1996 e que é citada pela vítima desse caso bárbaro de violência. A mesma prevê a diminuição da maioridade penal para 16 anos, mas, em vinte anos desde sua criação, nunca foi aprovada, pois a bancada esquerdista não apoia penas rígidas para criminosos.

Uma enorme lista de projetos do deputado pode ser consultada no site da Câmara dos Deputados. As leis são benéficas para a população, mas precisam de pessoas que queiram essa mudança no Brasil, caso contrário, muitas nem entrarão em votação.

Ainda assim, Rosário, que publicamente já defendeu o direito dos estupradores, acusou Jair de ser um estuprador, que, por sua vez, respondeu que não a estupraria porque ela não merecia.

Rosário, que com a acusação deveria responder criminalmente por calúnia, tornou-se vítima e a vítima, que reagiu ao insulto gratuito recebido, tornou-se réu de uma decisão que destruiu o artigo 53 da CF.

A história de Bruno BoanergesMattos mostra que, no Brasil, a síndrome do vitimismo impera e políticos que deveriam trabalhar pelo bem daqueles que os elegeram, acabam 'usufruindo' de tal síndrome e protegendo aqueles que, em países de primeiro mundo, são tratados com a desigualdade que merecem.

Aliás, a Constituição Federal prevê essa distinção de tratamento, mas como já é de conhecimento de todos, nossa CF tornou-se lei facultativa.

Abaixo segue a publicação de Boanerges, o vencedor que não conseguiu se calar ao ver mais uma clara inversão de valores diante de seus olhos.

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