Se "uma mão lava a outra e as duas juntas lavam o rosto" em seguida, o governo de Bill Clinton servirá de suporte à campanha da esposa Hillary pelo partido Democrata nos EUA, lutando para mudar as feições tradicionalmente masculinas do governo americano.

Essa é uma dupla de sucesso na vida política, sempre com Hillary, uma das mais bem-sucedidas advogadas americanas, nos bastidores do sucesso de Bill. Agora, desde a disputa com Obama em 2008 e, na sequência da sua passagem pela Secretaria de Estado da nação mais poderosa das Américas, de janeiro de 2009 a fevereiro de 2013, a Sra.

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Hillary Rodham Clinton é o centro das atenções democratas.

O complicador, desta vez, será a disputa com Donald Trump, um candidato republicano tão ou mais rico do que os Clinton e que não tem escrúpulos quando o assunto é atacar um adversário diante de qualquer evento. Trump vai buscar e revirar toda a vida de Hillary, lutando para que os escândalos, mesmo os circunstanciais, tirem o apoio à candidata conquistado junto aos delegados que elegerão o novo Presidente dos EUA.

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Indiscutivelmente, essa é uma luta de toda a democracia mundial, não porque estamos falando de uma disputa no pedaço rico da América do Norte, mas sim porque aquela "nação das oportunidades" não colocou, ainda, uma mulher na cadeira mais importante da política americana.

Quando se discute o apoio de Bill (William Jefferson) Clinton à candidatura da esposa Hillary, fala-se do maior superávit da história, da mais baixa taxa de Desemprego em mais de 40 anos, do aumento real de poder aquisitivo mais rápido em 20 anos e do maior corte de pagamentos de benefícios sociais já visto em qualquer governo dos Estados Unidos, no período de 1993 a 2001, ou seja, de um passado de recente memória, com 55% de aprovação dentre os cinco presidentes mais queridos da história dos EUA.

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Talvez, nessa reta final do segundo mandato do governo Obama, seja difícil à candidata, considerada preparada para assumir a presidência, transferir a maior parte do apoio de Bill diretamente à confiança dos delegados, mas existe uma "transferência de afeto" que pode indicar um caminho menos radical do que o apontado pelo candidato Donald Trump ao país mais armado do ocidente. Afinal de contas, assolada pelo desemprego, a sociedade americana busca, a cada dia mais, por mimos e por "carinho de mãe".

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