Recentemente, o ex- presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi acusado pela MPF de ser o "cabeça" do esquema de corrupção que assolou a Petrobrás,causando uma expectativa de possível prisão. O tema ganhougranderepercussão na mídia, levando o ex-presidente a participar de uma coletiva de imprensa em sua defesa.

Entre choros e falas entusiasmadas, Lula fez uma declaração polêmica. Em seu discurso, o ex-presidente tentava defender a classe politica, dizendo:"A profissão mais honesta é a do político.

Porque todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem de ir pra rua encarar o povo e pedir voto".

É fácilperceber uma incoerência na fala do ex-presidente. Dizque a profissão de político é honesta, para em seguida falar que por mais "ladrão que ele seja" pede votos.

Não satisfeito, para retificar seu posicionamento, Lula atacou quem faz concurso público. De forma intensa ele, disse:"Esse cidadão que faz concurso público, que se forma na universidade, faz o concurso e está com o emprego garantido para o resto da vida".

O ex-presidente Lula parece desconhecer o fato que muitos concursados que hoje ocupam cargos públicos, não tinham um ensino superior quando prestaram concursos. Muitos deles, inclusive, vieram de situações de baixa renda.

A reação de revolta ao discurso de Lula foi grande. Mas essa não é uma reação da maioria. O seguinte comentário foi feito em sua defesa:

" A verdade é que a cada eleição você tem a oportunidade ou não de eleger o político ladrão.

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Já o funcionário público, faz o concurso, tem estabilidade no emprego, e pode usar este para roubar. E você não pode fazer nada, ele não precisa do seu voto. Vamos lembrar também que foi o governo Lula que mais vez concursos e valorizou os funcionários públicos".

Apesar disso, é incorrecto dizer que não podemos fazer nada contra o roubo de um funcionário público, pois não é o que acontece na realidade.

Todo funcionário é regido pelo artigo 312 do código Penal, que trata dos crimes praticados pelo funcionário público. Sendo assim o mesmo penalizadoem decorrência de crimes.

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