A grande mídia não parou para acompanhar a defesade Dilma Rousseff durante quase 14 horas no dia de seu derradeiro julgamentono senado. A maior emissora do país, Rede Globo, ensinava a cozinhar ovos seguindo sua programação normal. Dilma Rousseff tampoucoteve espaço nas grandes redes de televisão para uma entrevista que pudesse chegar ao alcance de milhões de brasileiros. O dia tão histórico, que a história não apagará, foi menosprezado pelas emissoras de televisão.

Não à toa, os movimentos chamam o quarto poder de mídia golpista.

Pouco espaço deram aos movimentos, manifestações contra o Impeachment e contra o governo definitivo de Michel Temer. As grandes cidades estavam em ebulição, a repressão policial tomava conta, e as emissoras de rede aberta continuavam suas programações normais.Não se pode dizer o mesmo do amplo espaço dado às manifestações contra a então presidente Dilma Rousseff ,em 2015, e 13março de 2016.

Mas quem disse que a grande revolução democrática não será divulgada? O surgimento da mídia alternativa ganha força: Jornalistas Livres, Mídia Ninja, UNE (União Nacional dos Estudantes),blogs, senadores em seus perfis nas redes sociais e artistas se juntam às vozes livres que fazem da internet seu campo de ação.A mídia alternativadenuncia o #golpe eresiste à pressão dos grandes meios de comunicação.

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Lula Michel Temer

As manifestações serão divulgadas. A cobertura é colaborativa, independente, as informações são produzidas e as opiniões são compartilhadas.

A palavra #golpista já incomoda o presidente Michel Temer e seu governo. É a hashtag que domina a internet e as ruas. Ecoa forte, causa ruído, incomoda. Se a imprensa brasileira não dá importância para o que acontece no pós impeachment, a imprensa mundial muitas vezes recorre àmídia alternativa.

Se a grande imprensa acha que não divulgar as manifestações contra o golpe e contra o governo Michel Temer sufocará as manifestações, pode esperar.

A promessa é de resistência, de ruas ocupadas em defesa da democracia e de informação.

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