No ambiente de atual polarização Política, tudo se resume a "petralhas" e "coxinhas". Está em crescimento, desde alguns anos atrás, a onda reacionária. Diversos grupos e opinadores que se dizem da direita e são abertamente conservadores utilizam memes e discursam através de comentários as opiniões e acreditam combater os "esquerdopatas" que ameaçam a soberania do país.

Esses reacionários criticam o Bolsa Família por "dar o peixe ao invés de ensinar a pescar"; para eles isso é paternalismo e contribuiu para formar preguiçosos.

Também não aceitam a data comemorativa do Dia da Consciência Negra alegando que isso é racismo inverso. E, contrariando qualquer discurso cristão, proferem para todos os cantos que "bandido bom é bandido morto".

Quando tentamos utilizar qualquer argumento para defender posições contrárias à onda reacionária, somos taxados de "petralhas", "corruPTos" e nos mandam ir pra Cuba. O debate político ficou esvaziado.

As posições políticas não são justificadas, são impostas.

Digamos que Jesus estivesse de volta e resolvesse evangelizar a sociedade brasileira. Ele iria chegar aos empresários e dizer que se livrassem de sua riqueza e dessem tudo para os pobres. A militância da direita, sem pestanejar, o mandaria para ilha caribenha vizinha de Miami. E se ele multiplicasse os alimentos e distribuísse para os famintos e moradores de rua em São Paulo? Seria rotulado de assistencialista e ainda iriam dizer que estaria comprando a simpatia das pessoas e, ainda por cima, criando uma massa de "vagabundos" que não tentaria se virar para melhorar sua situação.

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Lava Jato Política

Defender a vida? Proteger uma prostituta dos apontamentos da sociedade? Chegar em meio a "cidadãos de bem" para defender um criminoso dizendo que "quem nunca pecou que atire a primeira pedra"?

Certamente Jesus não conseguiria difundir suas ideias aqui no Brasil como fez na Antiguidade. Assim como naquela época, hoje esse seria amado por muitos (pobres) e odiado por outros (elites e classe média manipulada pela mídia).

Com certeza seria perseguido e teria um fim semelhante (talvez fosse parar nas mãos do juiz que coordena os trabalhos da Lava Jato).

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