Existem ainda muitos desafios em relação ao Preconceito contra homossexuais em vários setores da sociedade. A aceitação do modo de vida e de pensamentos diferentes é muito comum no Brasil.

O julgamento acontece sempre pelos que se acham donos da razão. Há muita dificuldade em aceitar o diferente, em todos os sentidos, principalmente em relação a sexualidade.

A intolerância impera por aqui. Seja na política, no futebol, na religião, na opção sexual, no estilo de vida e etc. É preciso aprender a respeitar as pessoas. Seja como for. Não é preciso concordar com eles mas sim respeitar o direito do outro de ser e fazer o que quiser, desde que dentro da lei, é claro.

Uma atual pesquisa feita pelo nube - Núcleo Brasileiro de Estágios, em outubro, com a pergunta: “Existe preconceito contra Gays no ambiente de trabalho?” teve um resultado alarmante pois mostra que, em diversos ramos de atividade, os candidatos homossexuais não possuem as mesmas chances em uma empresa e que a discriminação profissional ainda é uma realidade.

Cerca de 11 mil pessoas foram ouvidas na pesquisa e 32% delas acham que o preconceito é maior dependendo do nicho da empresa, 24% acham que existe em todos os ramos e de forma escancarada, 20% acham que há um preconceito velado e 23% acham que esse tipo de preconceito já é algo superado em empresas.

Para Marcelo Cunha, analista de treinamento do Nube, “o preconceito contra gays acontece sempre e não está em determinado ramo; está nas pessoas.

Os melhores vídeos do dia

Enquanto houver gente com este tipo de coisa, haverá discriminação” e alerta que Comportar-se de modo crítico, hostil ou mesmo violento, pautado na percepção da orientação sexual, é caracterizado como segregatório e deve ser repassado ao RH das empresas".

Há muito para ser feito no sentido de melhorar toda a forma de preconceito e intolerância. A pesquisa do Nube mostra que para cerca 80% dos jovens, ainda existe muita discriminação no ambiente de trabalho. Isso é grave.

O trabalho é árduo e tem que ser feito em casa, na escola e em outro lugares de convívio. Ninguém é bom ou ruim no que faz por causa da sexualidade dela.

Pesquisas como essas são importantes para mostrar a realidade e traçar um cenário de como e onde pode-se melhorar a situação.