Pode-se dizer que o divórcio, para o cristianismo, é algo que não agrada a Deus. Umas das provas disso são os votos matrimoniais, que, geralmente, envolvem um "Até que a morte nos separe". Porém, Deus permitiu a separação das pessoas devido aos seus corações duros, mesmo não sendo assim desde o princípio.

É importante deixar claro que a permissão não é para ser utilizada de qualquer maneira a qualquer momento, ou seja, não pode sair por ai casando e separando a hora que bem entender, pois assim torna-se pecado.

O divórcio deve ser utilizado como última opção, ou seja, tudo deve ser tentado antes que o casal possa pensar em se separar, haja vista que é algo terrível para os dois. Lembre-se sempre que Deus repudia o divórcio.

Em Dt 24. 1, é citada a possibilidade do divórcio no caso de que o marido ache algo indecente em sua esposa, ou seja, algo que seja vergonhoso ou imoral. A separação por motivos fúteis nunca foi permitida, ou seja, só algo grave.

Porém, não é possível afirmar que esse motivo seja a traição, já que é um livro do antigo testamento e nele a pena para adultério era a morte.

Um outro fato interessante é encontrado no livro de Mt 5:32: "Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.". Este texto é a base para alguns que apoiam a teoria de que a separação só pode ser consolidada em casos de traição.

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Religião

Isso torna o caso uma questão muito difícil de ser resolvida.

Outros argumentos que defendem a possibilidade de separação em mais casos: se uma mulher cristã for casada com um cara sem religião que costuma agredi-la e humilhá-la. Será que neste caso a mulher tem que se submeter a ser ridicularizada e, até mesmo, correr o risco de ser assassinada? O divórcio cristão é um dos assuntos mais complicados e mais debatidos por todos os fiéis.

É tão complicado de ser discutido quanto o aborto, que também não é totalmente aceito pela comunidade cristã.

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