É fato nítido que a Palestina é controlada por terroristas do Hamas, que submetem a população local a uma qualidade de vida péssima sob argumento de que é necessário combater o Estado de Israel. Para entender a questão política, é necessário perceber que entregar dinheiro para a Autoridade Palestina é uma forma indireta de favorecer o terrorismo no Oriente Médio, pois, embora o poder esteja com a Autoridade Palestina, quem na verdade controla aquela região é o Hamas, grupo que planeja ataques terroristas e usa a população local como escudo humano.

Destaca-se que vários governos, o que inclui EUA, consideram que, politicamente, quem exerce autonomia sobre aquela região é o grupo Hamas, que comanda a Faixa de Gaza.

Além disso, existe outro grupo terrorista, conhecido como Fatah, que lidera o grupo jihadista (Brigadas dos Mártires de Al Aqsa), que também praticam ataques terroristas, principalmente contra Israel.

Doação milionária

Nesse sentido, mesmo sabendo que quem domina a Palestina são grupos terroristas, o ex-presidente Obama não deixou de realizar várias doações, que identificava como "doações humanitárias" para aquela região. Destaca-se que antes de Trump assumir a presidência americana, Obama ainda embolsado de poder, nos últimos instantes, fez uma doação no valor de U$ 221 milhões para os palestinos.

Entretanto, o atual presidente impediu que o pagamento fosse realizado, sendo suspenso por meio de embargos propostos pelos republicanos. Assim, a equipe de Trump, que faz parte do Departamento de Estado, disse que a medida adotada por Obama não faz parte das metas prioritárias do novo governo.

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Em uma declaração emitida pela deputada Kay Granger, presidente do Subcomitê de Operações do Estado e Estrangeiras da Câmara dos Deputados, verifica-se a insatisfação dela em relação a doação do dinheiro. Ela afirma que tem trabalhado no sentido de impedir que dinheiro americano fosse dado para a Autoridade Palestina, e disse acreditar que a decisão do governo Obama foi inapropriada.

Com isso, convalida-se que a decisão de Obama não está de acordo com os novos rumos do governo Trump, sem contar que a doação de dinheiro para a Palestina é inconveniente, segundo os parâmetros da presidência atual.