Inquestionavelmente, a legalização das drogas gera opiniões extremamente divergentes. De um lado o conservadorismo, do outro o liberalismo. E a conciliação entre estes grupos tão distintos parece utópico. Entretanto, é o momento de abrir os olhos e ver a realidade em que o Brasil vive: governado pelas drogas.

Nas principais estruturas sociais, os "governadores" tem sido grandes traficantes, como ao estipular toques de recolher, receber queixas da população, e fazer a justiça conforme julga necessária.

Como se não bastasse, a política e o tráfico insistem em manter seu romance adúltero, "ninguém vê, mas todos sabem".

O que têm sido feito?

Há muito se vê tentativas de tentar solucionar o problema da droga. A mais recente tentativa: a câmara nacional instituiu a "Semana do Combate as Drogas", em que traz como objetivo principal a conscientização em relação ao uso das drogas e acolhimento dos usuários. Mas a comunidade já recebe esse tipo de cuidado, e como visto, não há resultado efetivo.

Analisando os fatos, a provável solução envolve o ditado popular: "Se não pode com ele, junte-se a ele."

A solução proposta

Antes de previamente julgar a legalização das drogas (não liberação!), é preciso contextualizar-se do cenário proposto.

O tóxico seria distribuído gratuitamente pelo governo em um ambiente adequado, similar ao de uma clínica, paredes brancas, limpeza impecável, e obrigatoriamente um lugar acolhedor.

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Os profissionais seriam bem treinados e muito educados, sempre dispostos a melhor atender. Na primeira vez em que o indivíduo buscasse a droga deveria ser feito um cadastro, em que o paciente relataria os motivos de estar lá, já que inúmeras pessoas entram nesse mundo obscuro por problemas familiares, financeiros, depressão, etc. A partir disso, ele é encaminhado para um profissional especializado que fará o encaminhamento adequado para cada caso, a fim de reavaliarem as decisões.

Aos que decidirem prosseguir, e aos que já chegaram com o hábito, haveria plantonistas para garantir o que lhe é cabível. O produto, como já citado, seria gratuito e de qualidade assegurada, com objetivo de fazer a concorrência ser a menor possível. A aplicação seria feita com materiais esterilizados e profissionais experientes, evitando assim o risco de transmissão de outras doenças.

Durante todo o efeito, o paciente seria encaminhado para um ambiente aconchegante - ao ar livre ou não - seguindo a opção do paciente.

Inteligente maneira de acabar com o tráfico e, por consequência, de doenças transmitidas a partir do compartimento de agulhas.

A droga legalizada dentro desses critérios certamente traria resultados positivos pra sociedade.

Desmotivar, não apoiar

É importante ressaltar que essa não seria uma medida de incentivo ao uso de entorpecentes, mas sim, uma forma de diminuir o tráfico e doenças relacionadas ao compartilhamento de seringas.

Todo o pré-procedimento visaria o desincentivo a prosseguir com a decisão do paciente, fazendo o paciente reavaliar os reais motivos a querer fazer aquilo. O principal ponto a mexer para erradicar a utilização das drogas é na educação, primeiro familiar, depois escolar. Trabalhar o "não as drogas" deve ser feito em todas as circunstâncias, mas se o indivíduo ainda assim optar pelo uso, que seja feito de maneira a não alimentar o tráfico, e mantendo sua integridade física conforme o possível. Tentar uma outra maneira de combate as drogas ou chegar a extrema filipina pena de morte?

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