O drama dirigido por Barry Jenkins, que tem Mahershala Ali, Trevante Rhodes, Naomie Harris e outros no elenco, conta a história de Chiron dividido em três fases da vida: infância, adolescência e juventude. O filme está atraindo mais olhares desde o equívoco histórico no Oscar após premiar incorretamente La La Land: Cantando Estações como Melhor Filme no lugar de Moonlight: Sob a Luz do Luar. A classificação etária do longa é de 16 anos.

Abaixo está a lista para te convencer a ir ao cinema:

1. É um tapa na cara no atual momento histórico

As pessoas estão discutindo ainda mais sobre direitos LGBTs em todo o mundo. Pautas como casamento homoafetivo, adoção de crianças por casais do mesmo gênero e criminalização da homofobia estão em alta e constantemente na mídia. Vale lembrar que o conservador Donald Trump, atual presidente dos Estados Unidos, país em que o filme foi produzido e onde o enredo se passa, é famoso por falas racistas e homofóbicas, fator que intensifica a importância social e política do drama.

2. A fotografia é impecável

Embora Linus Sandgren tenha levado o Oscar de Melhor Fotografia por La La Land: Cantando Estações, James Laxton caprichou nas cenas, especialmente na que Juan (Mahersala Ali) ensina Little (Alex R. Hibbert) a nadar.

3. Foge do estereótipo de filme LGBT

É só olhar o catálogo da Netflix para verificar que boa parte dos filmes, documentários e séries da seção LGBT são romances, comédias ou dramas sobre casais ou ativistas brancos, como Milk: A Voz da Igualdade, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, Please Like Me, Azul é a Cor Mais Quente e Holding the Man.

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LGBT

Moonlight consegue prender a atenção ao abordar o cotidiano em um bairro negro de Miami e homofobia de forma realista e poética simultaneamente.

4. As atuações são maravilhosas

O elenco está de parabéns. Janelle Monáe, também cantora, é uma grata surpresa no papel de Teresa. Naomie Harris consegue transmitir toda a angústia e raiva de Paula, mãe do protagonista. E o três atores que interpretam Chiron ao longo da vida (Alex R. Hibbert. Ashton Sanders e Trevante Rhodes) passam a ideia de que realmente são a mesma pessoa.

Mahershala Ali, ganhador de Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, mereceu ser premiado pela Academia pelo papel de Juan.

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