O debate sobre a legalização do aborto envolve a população, a igreja, políticos e grupos sociais. Enquanto muitas pessoas apoiam a descriminalização no Brasil, e as feministas levantam a bandeira de que “Meu Corpo, Minha Vida”, a Igreja Católica diz que a defesa da vida das pessoas é um dos compromissos fundamentais e inegociáveis da fé cristã.

O aborto é a interrupção da gravidez, seja por remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto, resultando na sua morte ou sendo por esta causada.

O aborto pode acontecer de forma espontânea ou induzida através de medicamentos ou de cirurgias. Estima-se que no Brasil a cada 9 minutos uma Mulher morre em decorrência de abortos clandestinos e por ano sejam praticadas cerca de um milhão de interrupções de gravidez de maneira ilegal.

Nessa terça feira (27), a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber adotou rito abreviado na ação que discute a extensão do direito ao aborto até 12 semanas de gravidez (três meses de gravidez).

Com essa decisão, a relatora deu cinco dias como tempo limite para que a Advocacia-Geral da União, Procuradoria-Geral da República, Presidência da República, Câmara dos Deputados e Senado Federal se manifestem sobre o tema.

Enquanto isso, a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) se posiciona contra, afirmando que repudia o aborto e quaisquer atitudes que atentem contra avida. Ela denuncia que há um interesse de grupos que se aproveitam da situação para colocar em evidência a fragilidade das famílias, colocando em risco os mais vulneráveis em prol do interesse que mostram desprezo pela integridade da vida humana.

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Mulher Política

Em contrapartida, o movimento feminista defende a ideia de que se o aborto for descriminalizado, a vida de muitas mulheres seria salva. Para elas, a legalização do aborto no país não é uma questão de crenças, tabus ou religião, mas uma questão de saúde pública e deve ser tratada como tal.

Sendo ou não uma questão religiosa, de saúde pública, Política ou humanitária, o fato é: legalizando, inocentes irão morrer.

Se continuar como está, mulheres continuarão morrendo. Diante disso, fica a pergunta: qual é o valor da vida?

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