Donald Trump, com sua eloquência habitual, propõe servir, proteger e defender os cidadãos estadunidenses. A participação, em tribuna, de imigrantes muçulmanos e estrangeiros no discurso do presidente norte-americano, parece ser a tentativa de comoção aliada à utilidade pública. Comoção por confrontar Donald Trump com trabalhadores imigrantes que contribuem com o crescimento e prestam serviços ao país.

Utilidade pública por fazer apologia à aceitação das diferenças, solidariedade de toda uma nação, e quem sabe futuramente de todo o planeta.

A composição da tribuna apenas inflamou o texto e a energia verborrágica do presidente americano. Devemos enxergar em Donald Trump um empresário talentoso, acostumado a demitir quem quer que esteja à frente do seu olhar cobiçoso, se isso for plausível. Um pai de família, que coloca os filhos como porta-vozes de sua hierarquia de poder e sucesso.

Um líder de mãos e mentes. Um homem que não mede palavras e exemplos para expressar o orgulho por seu desempenho pessoal e enaltecer o progresso de seu país. Desta forma, um destacado empreendedor e líder.

Donald Trump também trouxe alguns americanos representantes de dados estatísticos. Vítimas, que fazem refletir sobre a violência atribuída aos imigrantes. Segundo Trump, já foi dada a ordem para a criação de um escritório efetivo para dar apoio aos americanos, vitimados por questões imigratórias.

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Curiosidades

Assim, dando voz àqueles que foram ignorados pela mídia e silenciados por interesses específicos.

Radical mas nem tanto

O presidente Donald Trump parece mais flexível ao permitir a entrada de imigrantes iraquianos nos EUA. Em discursos iniciais, o Iraque pertencia ao grupo de sete países islâmicos proibidos de entrar no país norte-americano. Com isso, Trump intenciona limitar a vulnerabilidade do país, frente a ataques islâmicos por parte de imigrantes do Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen.

Fins justificam meios

Donald Trump, com sua eloquência habitual, propõe servir, proteger e defender os cidadãos estadunidenses. As medidas tomadas serão duras, até como caráter de desafio frente à novidade num sistema que possivelmente se mostrou defasado desde 11 de setembro de 2001. Este sistema se mantém em constante foco de apreciação, planejamento, reformulação e manutenção. O que fica em evidência é a intenção louvável de Trump, a de evitar as necessidades e a ruína de seu país.

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