No sábado (13), em um evento na London School of Economics, no Reino Unido, que teve a participação do juiz Sérgio Moro, responsável por todo o arsenal midiático e especulativo da Operação Lava Jato, após suas apresentação, foi iniciado um debato caloroso com o público que acompanhava o evento.

Na oportunidade, a filósofa e ativista Djamila Ribeiro deu lição de moral ao juiz Sérgio Moro, criticando sua imparcialidade diante dos processos de investigação e o critica dizendo: "O fato de um juiz ser aplaudido é extremamente preocupante, uma vez que juiz não deveria ter lado, não deveria ter partido".

Ainda disse "que o juiz, com uma canetada, decidiu interromper as atividades do Instituto Lula".

Djamila quis alertar todos os presentes de que Moro, durante toda a Operação Lava Jato, utilizou-se de mídias e outros meios para trazer à tona um reprodução de ódio PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que até o momento não foram entregues nenhuma prova de crime contra ele, mas que já foi julgado e condenado pela opinião público devido a essa exposição partidária feita do processo.

Ela ainda acrescenta questiona se estamos vivendo uma ditadura no Judiciário, pois, até o momento, todas as investigações apresentam inúmeros partidos, inúmeros políticos, inúmeros empresários, mas a mídia tradicional só noticia os fatos referentes ao Lula e ao PT , e as investigações só caminham quando são para puni-los.

Temos que entender que o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff se tratou de um golpe baseado em “acusações pífias”.

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Sergio Moro Lula

Os parceiros e aliados do presidente Michel Temer e do senador Aécio Neves disseram em gravações que com Temer no poder estancariam a sangria, que no caso seria a paralisação das investigações da Operação Lava Jato envolvendo o PMDB/PSDB e seus aliados. Foi justamente o que aconteceu e vem acontecendo.

Se analisarmos todo o contexto dessa operação, podemos perceber que há uma manipulação midiática que encobre todos os partidos aliados ao governo e pune sem provas o PT, o que faz mais uma vez com que tenhamos certeza que a Operação Lava Jato não está investigando ou combatendo a corrupção.

Ela está sendo utilizada para punir o ex-presidente Lula, com a intenção de diminuir a popularidade, tirando-o do cenário da disputa pela Presidência do país em 2018, com as últimas pesquisas apontando que ele ganharia no primeiro turno de todos os adversários, estes que são aliados do governo e investigados por corrupção.

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