Ontem, acompanhamos a morte de um grande músico: o americano de 52 anos Chris Cornell, vocalista das bandas de grunge Audioslave e Soundgarden foi encontrado sem vida no banheiro de um hotel, logo após um show em Detroit, Estados Unidos, onde se apresentava em turnê. A suspeita da morte seria um Suicídio por enforcamento, logo depois confirmada por médicos legistas.

O que leva alguém a acabar com a própria vida?

Chris Cornell não foi o primeiro (e infelizmente, não será o último) astro do rock a terminar com sua vida desta maneira.

Outros casos, como o do vocalista do Nirvana Kurt Cobain, morto com um tiro disparado por ele mesmo em abril de 1994, provam que nem sempre a fama, o reconhecimento, dinheiro e nem a família podem impedir alguém de escolher dar um fim em suas próprias jornadas.

O tema "suicídio" nunca esteve tão em pauta.

Após todo o alvoroço causado pelo jogo na Baleia Azul, o "jogo do suicídio", e também pela série da Netflix "13 Reasons Why", o assunto "suicídio" passou a ser muito mais falado e abertamente discutido.

Mas o que parece ainda não ser uma resposta clara para a grande maioria das pessoas é: o que levaria alguém a tirar a própria vida? Quão desesperado poderia estar alguém para achar que não havia nenhuma outra saída?

O suicídio é muito mais comum do que parece: dados estimam que a cada 40 segundos, em todo o mundo, uma pessoa tira sua própria vida. O suicídio está atrelado à completa perda do sentido existencial, no qual a pessoa não consegue mais enxergar um motivo para continuar vivendo.

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Essa situação pode estar ligada a outros fatores e doenças psicológicas tais como ansiedade e depressão, e acaba alterando a percepção de realidade do acometido. O suicídio (apesar de essa ser uma explicação mais complexa) também pode resultar de um grande desejo de comunicar a sua dor ao mundo - é como se fosse um grito final de aviso no qual diz "eu estava aqui, sofrendo, e eu não aguentei."

Mesmo esse assunto ainda sendo considerado um tabu entre grande parte da população, ele não pode e nem deve ser ignorado.

Quanto mais informação for espalhada, quanto mais puder ser esclarecido, mais pessoas serão alcançadas, podendo assim identificar um comportamento suspeito em parentes ou amigos - e em alguns casos, até neles próprios - e dessa forma poderão buscar a ajuda necessária. Mostra-se claro que chegou a hora das doenças e transtornos psicológicos pararem de ser tratados como frescura para que possa ser revertido o quadro no aumento dos índices e para que vidas possam ser restauradas e poupadas.

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