Certamente, podemos definir o ser humano como a máxima aristotélica que o homem é um “animal” político, ou seja, um animal que se mantém agregado em sociedades. Assim, o ser humano tem a tendência em achar meios de melhorar o meio de vida de uma sociedade para que essa agregação não se torne uma segregação, diante de conflito e diante de diferença de pensamentos. Por isso mesmo, existem leis nas sociedades de um país e dentro da comunidade internacional, há acordos e muitos países devem assinar com o propósito de não se perpetuar guerras.

Se pode afirmar que o mundo do filósofo grego Aristóteles era muito diferente do que o mundo contemporâneo, e nem poderia dizer que lá existia uma nação como concebemos, já que a Grécia, como se conhece hoje, era só um amontoado de cidades-estados.

Diante desse cenário se pode ver ainda conflitos entre nações que são inevitáveis, com sistemas ideológicos e até religiosos, diferentes. Neste domingo, dia 30 de julho, o presidente norte-americano, Donald Trump, ordenou que se enviasse dois bombardeios supersônicos para fazerem um sobrevoo na península onde fica a Coreia.

Essa ação foi chamada pelas duas forças áreas, a norte-americana e a sul-coreana, como uma demonstração de que também têm forças, logo após os últimos testes balísticos do ditador norte-coreano, Kim Jong-Un.

O governo americano enviou uma nota dizendo, que os aviões B-1B foram uma resposta direta aos testes realizados no começo do mês de julho, dia 4, que fizeram o lançamento do foguete Hwansong-14.

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Curiosidades

Esses bombardeios decolaram na base norte-americana área, em Guam, e junto com os aviões, também decolaram jatos japoneses e sul-coreanos.

Ainda, segundo o comandante das Forças Áreas do Pacifico, Terrence J. O’Shaughnessy, a Coreia do Norte é uma urgente ameaça para a regional estabilidade e ainda continua, se essas forças forem convocadas (do Pacifico), estarão, certamente, prontas para responder em uma máxima força.

Será uma letal e rápida manobra que será esmagadora onde quiserem e como quiserem.

Certamente que são maneiras diferentes de conflitos que haviam entre os gregos antigos e o mundo contemporâneo, mas se percebe que a essência de uma guerra é a mesma. O aluno do filósofo grego, Alexandre Magno levou seu exército grego através dos vales a cavalo, construindo pontes e conquistando com sua engenhosidade.

No mundo contemporâneo, a tecnologia está muito mais avançada e rápida, porém, podendo matar muito mais do que as armas antigas. O que estamos vendo é ainda um resto da guerra fria, uma briga de ideologias diferentes.

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