A menina Emanuelle Calheiros Maciel, de apenas 4 meses, morreu passando mal em seu primeiro dia de aula da Escola infantil Casinha do Saber, em Campinas/São Paulo. Segundo fontes, o ocorrido aconteceu nesta última terça-feira, dia 8, mas a escola divulgou uma nota nesta quinta-feira (10) dizendo ser “a vontade de Deus”. No atestado de óbito, o IML colocou que a menina veio a falecer por causa de broncoaspiração maciça por ter engolido um alimento da escolinha, que seria, engasgamento.

A Policia Civil, que cuida do caso, está esperando o laudo final, que será enviado pela Casa de Saúde, para abrir o inquérito que vai apurar o caso. Além do Ministério Público ter mandado um ofício para a prefeitura de Campinas, questionando o funcionamento dessa unidade que ainda está irregular. Ainda a escola infantil faz, em sua declaração, uma declaração querendo demostrar indignação e chamando a pequena Emanuelle de “anjinho”, indagando a Deus por que a escola teria sido a escolhida e a sua equipe.

Além de dizer que era a vontade de Deus, a Casinha do Saber, ainda disse que não teria se manifestado por causa que estava respeitando o pai e a mãe da menina, por causa da dor da família numa tragédia dessas. Ainda diz que a equipe da escolinha ficou na mesma maneira bastante abalada com a morte “prematura” da pequenina Emanuelle. Ainda ressaltam que não haveria nenhuma palavra que pudesse confortar essa dor tão grande que compartilham.

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E que, segundo eles, somente pela “fé” em Deus, e em Jesus Cristo que pode dar o conforto necessário nesse momento. Esse documento foi escrito pela advogada do estabelecimento.

Segundo consta, o tio da menina, Devair Marques Maciel, disse, nesta quarta-feira, dia 9, que a escolinha tinha informado que a mesma não teria tomado mamadeira. Ainda, que o bebê deveria usar uma almofada antirrefluxo, que não estava no berço na hora da chegada da mãe no estabelecimento.

Ainda, a bebê não teria nenhum problema de saúde, o tio é da área de saúde, e comprou esse travesseiro antirrefloxo e a mãe levou ele e entregou, mas não foi colocado no berço. O porquê não foi explicado pelo dono da escolinha.

O inquérito do caso de Emanuelle será anexado pelo Ministério Público que apura as escolas infantis que são da rede privada de Campinas. A promotora, que cuida da pasta da infância e juventude, disse que pedirá à administração do município mais informações sobre o que é feito hoje para a regularização da Casinha do Saber.

Ainda, nesta quarta-feira, a Secretaria de Urbanismo informou que a escola não tem alvará de funcionamento, portanto, não tem autorização para funcionar.

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