Não é novidade para nenhum civil com demasiada capacidade política que o atual Governo Temer possui uma política de Privatização das empresas estatais nacionais. Contudo, no cenário político-econômico atual, por conta da quantidade de empresas que estão presentes na lista de estruturas que irão ser privatizadas e pela boa qualidade dos serviços que são prestados por elas, muitos cidadãos estão assustados com o anúncio destas mudanças na administração federal.

A maioria não vê com olhos bons esta mudança na economia e desaprova a ação gerada pelo governo. Afinal, são boas empresas, com bons serviços.

O governo anunciou estas mudanças políticas previstas na tarde desta quarta-feira (23). Elas deverão ter sua efetiva transação completada até o final do segundo semestre do ano que vem, em que se projeta um lucro com as vendas e os leilões efetivados. Ao total, 57 estruturas nacionais serão leiloadas ou ficarão sob concessão de direitos (modalidade em que o estado se desguarda do poder de lucro e transfere o direito de prestação de serviço para um terceiro).

O pacote total de privatizações inclui 18 aeroportos, duas rodovias, 16 terminais portuários, quatro empresas públicas e 16 concessões de energia. Haverá ainda uma proposta de PPP (Parceria-Público Privada). Confira abaixo alguns dos principais entes que serão privatizados.

  • Terminais portuários

Embora os portos sejam grandes movimentadores de valores para a economia, haverá uma quantidade grande privatizada: para leilão, os portos de Belém, Vila do Conde, Paranaguá e Vitória; já Itaui e Suape sofrerão outras mudanças.

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Governo

  • Aeroportos

Uma quantidade significativa de aeroportos no país será privatizada, aumentando os custos para os usuários. O governo separou a privatização, a fim de explicar suas posições, em dois grandes blocos: Bloco Nordeste, que compreende os aeroportos de Maceió, Aracaju, João Pessoa, Campina Grande, Juazeiro do Norte e Recife; e Bloco Centro-Oeste, que compreende Cuiabá, Sinop, Alta Floresta, Barra do Garças e Rondonópolis.

Todos serão privatizados até o fim do segundo semestre do ano de 2018.

  • Eletrobras

A empresa brasileira de energia também será privatizada. Segundo o governo, o valor da dívida da estatal ultrapassa o teto comprometido pela dívida fiscal. O modelo de venda será, na verdade, via emissão de ação ordinária, o que gerará a perda do controle da empresa.

Na lista, ainda entram nomes como Lotex, Casemeg e Ceaseminas.

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