Tudo estava muito bem obrigado quando Obama estava no Poder da maior democracia e potência militar do mundo. Obama foi o sensato líder mundial que falou com todos os países sobre o Acordo de Paris [VIDEO].

Sabe aquele presença que quando chega numa reunião dá uma voltinha em todas as mesas e quebra o gelo. Ele liga um assunto com o presidente de um país ao outro e do silêncio nascia um acordo, um compromisso bilateral, uma troca mútua de experiência. Esse cara chamava-se Obama.

O primeiro presidente que caneteou um acordo climático foi ele. Obama. Nem o Clinton boa [VIDEO] pinta foi tão longe na questão ambiental climática quanto Obama.

Liderar a Casa Branca não é tarefa fácil e tomar uma decisão dessas com o tamanho do lobby contrário é coisa para quem bate no peito e tem coragem de ser mais que um político e sim um líder.

Estava tudo certo para um mundo melhor cuja pedra fundamental foi lançada com um tijolo de Obama nada mais nada menos do que na França em Paris. Paris foi o fundamento. O chão. Onde a pedra fora sedimentada.

Onde mais poderia ser senão na França? Onde os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade surgiram. Estava tudo certo na obra. Tudo certo. Para completar os alicerces o apoio do mundo inteiro, inclusive do Obama.

Quando Paris perguntou ao mundo muito fraternalmente se poderíamos fazer um acordo mundial para, como irmãos humanos, pactuar ações que conservem o planeta terra, sabe o que Obama disse a França quando assinou o Acordo? Disse: yes I can!

Tudo bem que ele parafraseou Luther King no discurso de campanha, pelo menos usando a técnica de discurso anaforitica.

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Sim. E ele também foi Luther King que lutou para que os EUA não segregassem o Acordo ou o Acordo segregasse os EUA!

Aí veio Trump e "chutou o balde". Essa ilha diplomática que virou o país com o melhor potencial diplomático do planeta. Agora já existe o FACHIR. O bloco França, Alemanha, China e Rússia.

O FACHIR e um bloco que vai colocar pressão forte para cima de Trump e não é só na questão do Acordo de Paris pois a China ainda tem suas ressalvas. E em matéria militar, economia e diplomática.

O FACHIR é um bloco pequeno ainda mas que afirma suas posições com certa fidelidade ao bloco. Em breve o FACHIR será a ONU inteira com exceção dos EUA, salvo uma mudança radical na postura diplomática de Trump.

Já não é de duvidar que até a Coreia do Norte que mantém um certo vínculo com a China poderá se sair melhor do que a política engessada e arrasada de Trump em relação ao acordo de Paris.

O mundo dá voltas e esperamos que os EUA deem a volta por cima.