Ao longo da história, o homem estuda, interpreta, desafia e se intriga ao tentar entender (e muitas vezes dominar) os mistérios do tempo. Em parte, consegue. Mas sempre se surpreende.

Sobre organizar métodos para contagem de horas, para definir estações, para entender o movimento dos planetas, para relacionar o que se passa e o que se vem com o que se ganha e ganhará, é possível dizer que há um controle humano do #Tempo. Mas, para além das métricas e dos sistemas, existe o aspecto intangível. O tempo de uma situação. O tempo de um sentimento. O tempo que se passa em cada pessoa ou no coletivo. Quanto é muito? Quanto é pouco?

Quanto do tempo é justo?

Para certos povos, o tempo traz um longo contexto de incerteza.

Traz novas #Fronteiras em busca de recomeço em outras nações. Tempo de sobreviver e de caminhar rápido até a intolerância encontrar a empatia.

Para os países, a política tem seu tempo, indicando modelos antigos que outrora perduraram, mas que hoje passam pela leitura e pelo questionamento dos cidadãos. Tempo de esclarecer, de mudar.

Para alguns, tempo é compromisso. Compromisso em correr, em obter, em conquistar,em sonhar. Viver. Para outros, pode ser ferramenta de esquecimento sobre o que se correu, se obteve, se conquistou, se sonhou. E não necessariamente viveu.

Para outros, tempo é compromisso e, quem sabe, esquecimento.

Por isso aí, novamente, o intangível, o subjetivo que não está nas horas nem nas frações. O que é depende de como se vê e por quem se vê.

Então a ideia de voltar, de organizar e de redefinir seu próprio tempo.

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Embora longo, ele não é muito. Sendo pouco, parece extenso para nele se fazer muito no agora.

Afinal, o que temos senão o presente?

O futuro, quando chega, já não é futuro. Sua forma é uma aspiração. O passado está em um lugar a que não se chega a não ser pela memória (que, em alguns casos, pode se apagar com o passar dos anos).

Passado, presente e futuro andariam sempre juntos? Seriam a mesma composição do que se vive? Este mesmo texto, leitor, estaria sendo escrito, lido e relembrado ao mesmo tempo?

Ainda não pode-se dizer ou estabelecer qual momento é para cada coisa. Já que são tantas perspectivas que vão e vem.

Ainda sim, o tempo mostra-se tão maior quanto se pode querer justificar.

Ou não.

Ainda, talvez, não haja resposta certa que defina o tempo. Sua mudança é tão surpreendente que o próximo passo é o que já se viu ou o que vem de repente? Qual o seu tempo, aquele é certo para você?

Basta viver. #BastaViver