A história registra alguns fatos que geram espanto e indignação. Depois daquela exposição de Arte no Museu de #Arte Moderna (MAM), de São Paulo, que foi alvo de crítica internacional, chegou a #Belo Horizonte uma peça que retratava Jesus nos dias atuais como travesti. A última foi a exposição do artista Pedro Moraleida, “Faça Você Mesmo Sua Capela Sistina”, em cartaz no Palácio das Artes, desde setembro.

O prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, na semana passada, prestigiou e defendeu a exposição. "Não tem nada de mais e está em conformidade com o século 21", afirmou. Mas, que século é esse e que arte é essa?!

O engraçado é que quando critica-se um arte como essa, alguns gritam que vivemos num país democrático e temos o direito à liberdade de expressão.

Mas que democracia é essa que fere a coletividade. Na minha opinião, as pessoas não sabem mais o que é arte, e deixaram para trás, o real significado de liberdade de expressão. Esse tipo de arte, se é que podemos considerar como arte, fere a moral pública, pois faz apologia à pornografia, a pedofilia [VIDEO], zoofilia, e a cristofobia. Tem gente que nem sabe o significado de tudo isso, mas isso é crime, e não liberdade de expressão.

O vereador, Jair di Gregório (PP) tem uma opinião contrária à peça, assim como outros da Bancada Evangélica e, acredito, que o cidadão deveria ter também.

Os "Senhores" que elegemos, querem que seus subordinados fiquem cada vez mais "burros". Por isso, abrem os portões ao lixo que não gera nada além de polêmica e nada mais.

Quando empobrecemos a arte, não existe liberdade de expressão. Ninguém hoje em dia, pensa na coletividade.

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É só pensarmos nesses políticos, que vivem sem pensar na humanidade. A única cultura que vigora no nosso país, é da “ladronagem”. Que vergonha!

Voltando ao que seria arte: se ela é empobrecida de valores, ela não cria nada que acrescente ou transforme algo em alguma coisa. É pura opinião equivocada, infelizmente.

Vivemos numa sociedade líquida como afirmou o sociólogo #Bauman. O livro “Modernidade Líquida” traz um pensamento que está em conformidade com o que estamos vivendo no século 21: "Um mundo repleto de sinais confusos, propenso a mudar com rapidez e de forma imprevisível".

Mas, com certeza, tudo isso vai passar, pois o lixo nunca é eterno, se deteriora. Bem diferente de artes de outros séculos, que transformaram o mundo e que são eternas e incomparáveis como Michelangelo, Renoir, Monet, dentre outros.