Uma placa em meio à rua e um belo sorriso. Aceita um #abraço? Disse a senhorita da campanha.

Uma atitude assim surpreende a todos e nos faz refletir.

Seria necessário uma campanha para abraçar? Por que as campanhas existem?

Somos seres sociais, seres gregários e nos importamos em conviver. Um grupo de pessoas pode melhor desenvolver as atividades necessárias à existência. Em grupo o trabalho é melhor, mais rápido e mais eficaz.

A constatação poderia ser uma lei da física, ou seja, quanto maior o número de pessoas empenhadas num determinado projeto, maior será seu sucesso. O sucesso está necessariamente ligado a um grupo.

Há quem diga que não. Porém, a constatação de que líderes isolados tenham sucesso por si é uma falácia que não dura muito tempo depois de analisar bem quem ajudou ou ajuda estes líderes a serem o que são. Por trás de um grande indivíduo há um grande número de pessoas que compartilham de suas ideias e isso é fundamental para o sucesso.

Somos seres sociais, procuramos opiniões, informações, ajuda, recursos, isso é fundamental, é um valor, é um potencial humano. Contra tal potencial há o individualismo.

O individualismo não é uma característica humana nata, é uma consequência dos traumas da convivência. O isolamento, o medo e tudo isso são consequências do que nos aconteceu em algum momento.

Porém, lá no fundo do verdadeiro eu, existe uma imensa vontade de superar. A vontade é inerente a nossa condição humana.

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O abraço resgata a nossa verdadeira característica comportamental. O sucesso do abraço está em se aproximar de um humano sem um objetivo maior do que afeto.

A delicadeza do gesto permite a felicidade que é, amplamente, o maior objetivo da existência humana. Seria possível dizer ou não, que alguém, no mundo, nasceu com o objetivo de ser infeliz?

Acredito que não. Nascemos para a felicidade.

A felicidade é muito ampla. Há muita subjetividade na felicidade. Há felicidade para todos os gostos e intensidades. O abraço é apenas uma das miríades formas de ser feliz.

O abraço é um símbolo do que verdadeiramente há em nós. #Humanidade.

Um gesto simples e forte. O abraço. Uma forma de amor ágape.

Abrace, aí onde você está. Vença o trauma inquieto do convívio social. O ser humano se refaz. Pode mudar a energia e se conectar com a harmônia da felicidade e seus gestos todos os dias.

Uma braço e outro abraço viram um hábito, um hábito resgata e é repetido e vai adiante para outros humanos e vamos ao encontro da felicidade.

Assim, o ato espalha ao mundo um mistério metafísico. A superação do individualismo para a socialização, a realização, a construção, a inovação, tudo em prol da felicidade, nosso grande objetivo.

Um forte abraço.