Sabe-se que o cristianismo possui uma moral judaico-cristã e que, a partir dessa moral, deu-se a formação da humanidade e até mesmo do mundo. Vários textos bíblicos retratam a homossexualidade como sendo um pecado grave, chamado até de abominação! Em Levítico 18:22, por exemplo, o Deus de Israel deixa claro: "Com um homem não te deitarás como se fosse mulher, abominação é".

Sabendo disso, os Cristãos, com a finalidade de obedecer a Deus, criaram suas tradições e regras de fé e prática de acordo com a vontade do Deus que eles seguem. Através de sua crença, adotaram o posicionamento contra o que julgam antinatural: o homossexualismo.

Este mesmo posicionamento estende-se desde o primeiro século, durando quase dois mil anos e, por ser uma lei base do cristianismo, nunca deixará de estar em vigor.

Por outro lado, boa parte dos ativistas LGBT não consegue entender o que a escolha pessoal com relação à sexualidade e movimentos pró-abortistas tem a ver com uma divindade e posiciona-se em definitivo contra os cristãos e sua fé, consequentemente, contra seu Deus. Esse posicionamento leva essa boa parte dos militantes a fazer protestos, passeatas e manifestações de diferentes maneiras e ultimamente tem crescido e se tornado as maiores do mundo.

Para esses ativistas LGBT, que são a favor do aborto e a favor da ideologia de gênero, os cristãos são nada mais nada menos que obstáculos que impõem sua fé a sociedade.

Então, como um meio modo de manifestação, as ONGs que apoiam os movimentos LGBT e feminista ao redor do mundo decidiram se posicionar contra a religião cristã fazendo denúncias junto à ONU (Organização da Nações Unidas), alegando violação dos direitos culturais. Nisso, deu-se o Relatório Especial de Direitos Culturais, que foi elaborado pela ONU a partir de uma das denúncias feita pela Promsex, ONG ligada à Planned Parenthood, e faz parte da rede de George Soros, o homem que quer impor sua agenda globalista na América.

Nesse relatório, ela declarou: "o fundamentalismo religioso tende a causar um impacto desproporcional sobre o direito das mulheres." E afirmou: "é a obrigação do Estado prevenir e punir os atos cometidos por atores não estatais, como grupos da sociedade civil, igrejas, entre outros, que são fundamentalistas e extremistas, contrários aos direitos humanos." Finalizou: "Os cristãos são o muro que nos impede de avançar."

Curiosamente, a ONU se esqueceu das benfeitorias feitas pela igreja e que essa instituição é responsável pela maioria dos asilos, orfanatos e abrigos do mundo, que foram criados apenas com o propósito de cuidar de mulheres, idosos, homens e crianças que não recebem reparos de autoridades estatais. Esqueceu-se também que não se conhece instituições parecidas criadas pelos movimento LGBT e o feminista.