Mais de 8 mil crianças esperam por #Adoção no país. O número de famílias que querem adotar é cinco vezes maior que o total de crianças nos abrigos. Isso é explicado pela preferência dessas famílias por crianças brancas com menos de 5 anos sem irmãos e sem deficiência.

Crianças maiores , negras, com irmãos ou deficiências têm menos chances de ganhar uma nova #Família. No Brasil, só 3% das adoções são de adolescentes , sendo esse número maior entre os estrangeiros. Sem contar a burocracia que as famílias têm de enfrentar para poder adotar .

Segundo a Vara da Infância e Adolescência, para adotar é necessário ter no mínimo 18 anos, ter uma diferença de idade entre adotante e adotado de 16 anos .

Podem adotar: solteiros, casados, viúvos, divorciados . Mas a adoção por casais homoafetivos ainda depende de regulamentação, alguns juízes se pronunciam a favor. As pessoas com união estável também podem adotar.

Como o processo é longo, homens e mulheres dedicam seu tempo e atenção para as crianças e adolescentes que esperam uma família, são os padrinhos delas. Faltando a sanção do presidente Michel Temer, há mudanças na lei de adoções que podem agilizar o processo de adoção e espera-se que a maior mudança se refira aos prazos.

Acredita-se em prazos menores para que essas crianças consigam uma família para chamar de sua. Outro ponto em questão é a fiscalização por parte dos assistentes sociais e conselheiros tutelares na fase de adaptação da criança a nova família.

É necessário um esclarecimento dessas famílias que pretendem adotar quanto à adaptação da criança.

Eles têm que estar seguro do que querem para que não haja devolução e garanta um trauma maior para esse menor. A título de ilustração, contaremos uma história de adoção que deu certo.

Um casal gay adota um menino rejeitado por outras 90 famílias

Com mais de 28 horas de duração na TV e na internet, o Teleton 2017 [VIDEO] superou a meta de R$ 28 milhões de doações . Muitas historias de famílias foram contadas, mas nenhuma comoveu tanto quanto a história de Daniel, um menino portador de hidrocefalia (acúmulo de líquido no cérebro) e mielomeningocele (defeito congênito que afeta a espinha dorsal) .

Daniel foi abandonado pela mãe biológica ainda na maternidade e na fila de adoção mais de 90 famílias foram conhecê-lo, mas, ao tomar conhecimento do laudo de sua doença, desistiam de adota-lo. Porém, a vida do menino mudou quando o casal gay Diego de Oliveira e Leandro Francisco foi conhecê-lo.

Juntos há nove anos, eles sonhavam com um filho Ao tomar conhecimento da história de Daniel, decidiram ter contato cm o menino e juntos ajudá-lo a superar essa situação difícil. Hoje formam uma família feliz. #teleton2017