Há uma conduta ética milenar que diz que se não gostamos que façam conosco, não deveríamos fazer com os outros. Assim, quando uma lei é vigorada, alguma coisa se fez necessário para que essa lei tivesse sido vigorada. Uma delas é das #Vagas de idosos e pessoas com deficiência, que entrou em vigor porque nenhuma pessoa respeita essas vagas e nada conseguia convencer as pessoas a respeitar esse tipo de espaço, que é de extrema importância para o embarque e desembarque de pessoas com deficiência [VIDEO] e idosos (mobilidade reduzida). Vale lembrar que pode ser “rapidinho”, mas a multa é de R$ 293,47 e ainda, a perda de 7 pontos na carteira.

Muitos relatos são abundantes na internet de pessoas que tentam parar nessas vagas e não sabem mais o que fazer mais.

Uma mãe, a goiana Cejane Aires, chorando muito, relatou as consequências que um carro pode causar parando em uma vaga que não é para parar. Mesmo que for “rapidinho”, trazem todos os dias, tanto para ela, quanto a sua filha, consequências inimagináveis.

Segundo Cejane, todos os dias ela tem algum problema com a vaga destinada à filha. Isso, segundo ela, até mesmo virou uma tradição na frente da escola onde a filha estuda. Tem sempre um ocupante, e sempre é um pai que estaciona e sempre tem uma desculpa para parar ali, pois sempre a justificativa fica por conta que é “rapidinho”. A mãe lembra que essa vaga não é dele nem por um “minutinho”. Ela ainda lembra em seu relato que, além da vaga, existem as faixas de cor amarela que têm que ficar completamente, livres. Lembra ainda, que as faixas zebradas, servem para abrir em completo as portas para as pessoas cadeirantes poderem sair ou entrar no veículo sem dificuldade.

Esse vídeo foi feito no Facebook da goiana na última quarta-feira (31), logo após sofrer um acidente com a moto que também estava parado irregularmente. Isso porque, o especo estava muito reduzido e Cejane não conseguia abrir a porta do seu veículo para desembarcar a sua filha, além de ter as pernas totalmente, queimadas, ainda sua filha bateu a cabeça e os braços. Daí a dignação foi tanta que ela resolveu gravar um vídeo chorando desesperada, se não, humilhada.

Nesse mesmo vídeo, a mãe que teve as pernas queimadas e sua filha possivelmente, machucada, diz que as vagas não são das outras pessoas e sim, dos deficientes. Cejane ainda diz que não é um caso isolado, porque a filha tem que viver isso todos os dias e a desculpa sempre é a mesma. Por isso, pede que deixem essas vagas em paz por não pertencer a aqueles que não tem deficiência ou mobilidade reduzida. Essas vagas existem por algum motivo e essas pessoas não podem esperar nem mais “um minutinho”.

Veja o vídeo:

#mães #Desespero