O presidente do Estados Unidos, Donald Trump, é um fascinado por twitter. Ele manda ver o dedo e não quer nem saber o resultado de suas palavras fortes na rede social. Isso é muito bom para os milionários Jack Dorsey, Eva Willians, Biz Stone e Noah Glass, que comanda o Passarinho Azul da internet.

Se por um lado Trump [VIDEO]dá audiência e trânsito para o Twitter, por outro, causa medo com suas trocas de farpas contra os comunistas norte-coreanos. Polêmico, Trump parece escrever diretamente da Casa Branca toda sua trajetória à frente do governo.

Líder da nação mais poderosa do planeta, Donald Trump, como todo bom empresário, é um amante da economia, dos números e segue os dados econômicos diariamente conectado as informações.

Ao acompanhar seu Twitter, muito do que se vê são dados de Nyse, Nasdaq, dados econômicos, estatísticas e alguma retórica nacionalista em torno de números que já se sabem americanos com ou sem Trump.

Antes dele, os EUA estavam abertos ao mundo e o mundo estava aberto aos EUA. Hoje, Trump fechou o país mais democrático e rico do mundo para dentro do seu território, mesmo em situações tão importantes para o mundo como o Acordo de Paris.

É um plano de governo ousado para um país de PIB (Produto Interno Bruto) que só pode ser superado se fosse possível unir o PIB da União Europeia e da China juntas. Todavia, é isso mesmo que pode ocorrer no mundo, uma guinada econômica, sem muitos dados ou estatísticas e análises profundas, somente observando a aproximação territorial da grande Eurásia (continente formado por Europa e Ásia), já dá a entender o tamanho do problema que o isolamento dos EUA pode ocasionar para seu povo.

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Trata-se de uma aproximação econômica e política séria que vem se sedimentando ano após ano entre a União Europeia e a Ásia. A favor disso, a postura isolacionista de Trump, que entende estar defendendo o seu país quando na verdade está piorando a situação e oportunidades de crescimento.

O ato mais ultrajante até aqui, sem dúvida, foi a contrariedade ao Acordo de Paris. Ele marca uma "revolução" mundial em prol da justiça ambiental. Com a adesão do ex-presidente Barack Obama, já havia superado o antecessor (ainda vigente), Protocolo de Kyoto, porém, veio Trump e decidiu retardar o marco ambiental. Além disso, ele não para por aí.

O líder do país mais poderoso em termos de diplomacia começa a envidar contra argumentos em desfavor da proteção ambiental. Um lobby perigoso com raiz política e não científica começa a bater a porta dos jornalistas do mundo para impulsionar reportagens com o sentido "está tudo bem", "já acabamos com o buraco da camada de ozônio", "houve redução de desmatamento", "os oceanos estão salvos".

Um lobby político.

É preciso ficar atentos, com os olhos da razão aberto para defender a mãe natureza com dados científicos e não de fato sob olhos nos dados econômicos. Planilhas da Bolsa de Valores não dizem nada sobre catástrofes ambientais, intempéries incontroláveis, diminuição de nascentes de água potável, extinção de espécies, tudo isso depois terá espaço no Twitter do presidente Trump, como forma de ajudar sua nação como bom político.

As atitudes do governante causam críticas pelo mundo e até mesmo um sentimento contrário aos seus planos de governo. Assim, tornou-se viral os comentários no Twitter quando a conta do microblog de Trump caiu. A situação ocorreu na noite de quinta-feira (2) por 11 minutos, quando constava a seguinte mensagem: "@realDonaldTrump não existe" (foto do artigo).

O Twitter, de modo humilde e conciliador, assumiu o erro, arguindo publicamente que o erro foi interno. Porém, a verdade era outra, um funcionário que fora demitido eliminou a conta. Algumas pessoas influentes dos EUA estão de portas abertas para contratação imediata deste jovem.