Imagine uma grande #bolha que é preenchida pelo povo brasileiro. Povo neste caso quer dizer os trabalhadores e os empresários. Este grupo era conhecido como terceiro Estado pouco antes da Revolução Francesa.

A situação no Brasil não é diferente. O Brasil tem um terceiro estado composto por milhões de desempregados que sequer a condição honrada de trabalhador podem dizer que carregam, por conta de um #Governo que sufoca o empreendedorismo com armadilhas 'burocráticas' e tributárias.

São milhares de leis sem sentido nenhum para quem tem o afã de investir. Leis que pesam na língua dos maus que estão no poder e que querem, como nos tempos dos reis, destruir os sonhos e ideais de milhares de brasileiros.

Aqui no Brasil não tem como começar com simplicidade, encarando as dificuldades da vida, às vezes vendendo nas ruas, vendendo de porta em porta ou mesmo nas grandes cidades. Empresário no Brasil é criminoso. Eles sempre dão um jeitinho de sufocar um empresário com tributos desonestos [VIDEO], indignos, demasiados e que jamais serão utilizados para atender o interesse público como apregoa simbolicamente as leis nacionais.

Agora o Presidente do Banco Central acusou o #Bitcoin de ser uma grande 'bolha'. A 'bolha' está na boca de muita gente do governo e dos grandes bancos aqui e acolá. A mesma 'moeda' acusada serve para pagar luz e água no Japão, será negociada na Bolsa de Valores dos EUA e no mundo inteiro serve para remunerar pessoas que realizam cálculos com seus computadores complicadíssimos.

Cálculos esses que se não fossem resolvidos ensejariam, em tese, maior lentidão na internet para o mundo inteiro e inclusive para o governo que se utiliza do serviço.

Em primeiro lugar, até aqui não pode haver um julgamento assim, vinda de um ente governamental que o Biticoin é de fato uma bolha. Haja vista que, até agora a moeda tem sido bem aceita pelo mercado.

O argumento do banco central é que a moeda só serve para comprar e vender. Aí é que nasce o desconhecimento sobre a moeda que vai muito além da atividade de trader. A moeda serve para comprar no comércio, para pagar atividades na internet, para remunerar o trabalho de pessoas que conhecem programação, para minerar novas moedas, para sites publicitários, para facilitar o câmbio de turistas, para facilitar compras no exterior e aproximar as pessoas no mundo, facilitando negociações a nível mundial sem muita burocracia e taxas que, em regra, inviabilizam negociações.

Em síntese, o Bitcoin é muito mais que uma série de acusações baratas, é um sistema computacional comparado ao Windows, ao Linux, ao Chrome, ao Google, ou seja, ele não vai acabar porque um 'representante' de seus interesses privados no poder assim o deseja.

A prova disso é o constante aumento de seu valor nas exchanges brasileiras. Enquanto o governo gera emprego e renda para pessoas e oportunidades de investimento, os governantes não arriscam seus altos subsídios para tentar tirar o Brasil do fundo do poço.

Há uma bolha salarial no poder. Uma bolha de milhões que já destruíram estados lindos e de excelentes pessoas como o Rio de Janeiro. É fácil querer suprimir mais uma atividade para o povo brasileiro. É mais fácil criminalizar e denegrir do que se por a refletir e vincular o Bitcoin na estrutura do Brasil para que ele ajude o Brasil a sair desta situação caótica. Mas não, eles querem mesmo é 'eliminar a ameaça constante do Bitcoin para com o poder nefasto e caro do nosso país'.

Viva o Bitcoin. E, viva a revolução!