As notícias não estão boas no noticiário? Os instintos estão aflorados? As guerras ameaçam as nações? A vida está carregada de necessidades ultrajantes? A natureza determina seus eventos naturais com força não suportada por nós (enchentes, sem colheita, chuvas em demasia, etc). Além destas questões, muitas outras podem esculhambar os seus sentimentos e seus projetos pessoais e causar, principalmente, desvio do foco, do seu objetivo, da sua construção, do seu estudo. Podem ainda, abalar uma nação e desorientar pessoas honestas, podem requerer medidas extremas de recuperação, como estado de sítio.

Platus já encenava a analogia dos lobos e trazia para a vida humana um animal que, em tese, parecia bem representar muitas atrocidades cometidas pelo homem contra sua própria espécie, longe, portanto, da fraternidade humana.

A mesma analogia foi repetida por Thomas Hobbes e pelo próprio Shakeaspere.

Segundo a obra de Platus, uma matilha de canibais ferozes vivem ao seu redor tentando destruir sua vida [VIDEO]porque você não faz parte do grupo deles. Se juntam aos grupos ou aos milhares ou em "partidos" e praticam as mais irreverentes atrocidades, que, de um modo ou de outro afetam o próprio núcleo tido como "familiar", haja vista que, sua corja não consegue produzir nada por si, somente em grupo, onde, perseguem atormentados por um devaneio pessoal que muitas vezes é, na verdade, psicopatia.

Hobbes

A questão é que na época de Hobbes não havia um Freud ousado e detalhista ou um Lacan que pudesse trazer uma luz a tão constante comportamento humano hostil. O problema é que Hobbes não estava descrevendo a sociedade em si, mas um líder, o lobo principal, o psicopata que gere um grupo de pessoas que em sua maioria tem bons valores e cultivam o plantar e colher, o doar, o ajudar, o trabalhar, o #ser, o refletir.

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Estes indivíduos, protegidos ou não por um grupo, podem liderar uma nação, uma mega empresa, um partido, uma igreja e cometer as maiores atrocidades contra membros de sua própria espécie.

A falta de uma ciência [VIDEO]a época para explicar a psicopatia gerou ainda a obra de Maquiável, onde os fins justificavam os meios, mais um dos absolutistas que ensinavam o Rei a ser um Deus na terra e esquecer que, um reino sem governado não é nada a não ser um governante governado por si mesmo. Tudo bem que os pensadores absolutistas tem grandes adeptos e não estou aqui para critica-los, estou aqui para dizer que o ser humano tem uma essência e é aquilo que faz e não aquilo que diz fazer.

Enfim, é muito fácil de compreender quando você chama um irmão da boca pra fora de "meu irmão" e em silêncio com o coração aflito diante de uma necessidade dele, estende a mão sem medida para retira-lo do infeliz momento ou necessidade. Ser é algo essencial e metafísico, ser é uma questão íntima que quando carregada uma vez guia a vida até a eternidade e não dá motivos para desvios.

Ser é ser. Onde estiver e aonde for.

Aí é que nasce um novo perfil não descrito no horizonte da ciência das mentes, uma aversão a psicopatia, mas, tão forte quanto, um ser que emana valores superiores aos constantes com muita luz nos atos e muita paz. Um ser que evita os holofotes, mas simboliza seus atos pelos com mensagens profundas, cheias de axiomas superiores e exemplos. Um super-herói. Seres silenciosos que se afastam dos "supostos" lobos da aparência e dos justificadores dos meios para fins não tão justos e razoáveis quanto parecem.

Conclusão, ser é viver e praticar, muitas vezes, sentir e na maiorias das vezes, jamais, parecer. Enfim, se um dia me chamares ou me chamaste de irmão que sejas verdadeiramente, afim de que um suposto "lobo" não consuma tua mente, em tese, gananciosa e teu coração, em tese, aflito. #Consciência