Luís Roberto #Barroso, ministro do #supremo Tribunal Federal (STF), vem ganhando apoio, através das redes sociais, pela postura adotada perante a Corte e perante a mídia. O ministro Barroso, como é popularmente conhecido, é professor e magistrado, um jurista brasileiro que já foi advogado, procurador do estado do Rio de Janeiro [VIDEO] e exerce a função de ministro do Supremo Tribunal Federal desde 26 de junho de 2013. Mesmo isolado, pois é a única voz que se ergue para contradizer o ministro #gilmar mendes, assume uma postura irreverente e inusitada, coloca-se em posição de “guardião da verdade”.

A população brasileira, sem ter em quem se apegar, vê no ministro, por suas atitudes corajosas, a figura do herói, aquele que combate o mau, um defensor do bem.

São muitas as manifestações de apoio dirigidas ao ministro nas redes sociais e ele ganha reconhecimento de proporção nacional.

Um ministro contra a lei

Do outro lado temos a figura do ministro Gilmar Mendes [VIDEO], que não vê nenhum problema em se opor a toda a nação brasileira, ou em constranger os colegas da Corte, com suas decisões monocráticas, estranhas e antipáticas, postas sob suspeita por toda a mídia brasileira

Gilmar Mendes é o responsável pela soltura de diversos presos que foram condenados pela Lava Jato e tiveram a condenação confirmada em segunda instância pelo TRF4 (Tribunal Regional Federal 4), sediado em Porto Alegre (RS). Sua mais recente proeza foi, nessa quarta-feira, 20 a soltura do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, juntamente com Thiago Soares de Godoy, ex-subsecretário de Campos do Goytacazes (RJ), e Antônio Carlos Rodrigues, ex-ministro dos Transportes e presidente do PR, ambos presos recentemente por ordem da Justiça Eleitoral e mantida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE), isso estando o tribunal em pleno recesso.

Surge a figura do herói

São muitos os empates entre o ministro Barroso e Gilmar Mendes pela diferença absurda na forma de ver e compreender situações diversas, mas dois desses embates ficarão registrados na história, sendo o primeiro quando Gilmar Mendes disse que Roberto Barroso tinha soltado o ex-ministro José Dirceu, condenado pelo Mensalão.

A resposta do ex-procurador do Rio de Janeiro foi contundente ao pedir para Gilmar não transferir para ele a sua leniência com o crime de colarinho branco. Ele afirmou categoricamente que Gilmar Mendes não trabalhava com a verdade.

O segundo embate ocorreu quando Gilmar Mendes afirmou em plenário que a investigação que o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot conduziu era caótica, mal feita e contraditória, dirigida por gente que não sabia investigar. O ministro Barroso citou as provas anexados à denúncia contra Temer; defendendo o trabalho da PGR. Falou sobre a mala de dinheiro, os áudios, o depoimento dos doleiros Alberto Youssef e de Lúcio Funaro, lembrou as reportagens na televisão e exaltou a necessidade de redirecionar o país a rumos menos escusos e onde a Justiça fosse igualitária.

Parte da mídia, inclusive alguns grandes jornais, do país, se referem a esses episódios como “baixaria” ou “bate-boca”. No entanto, em todas as aparições de Gilmar Mendes, seja ao vivo ou na mídia escrita, os comentários sobre ele são um misto de ódio e desprezo, enquanto que, nessas mesmas aparições, a figura do ministro Barroso é referenciada e a cada dia ganha maior apoio da população brasileira, ganhando o status de herói.