Um fenômeno inusitado ascendeu no Brasil nos últimos anos, é o fenômeno da 'Nova Direita'. Há diversos tópicos sobre o assunto, até em sites de 'informação quase-instantânea', como a Wikipédia. Mas, independente disso, não deixa de ser um assunto bem complexo.

Hoje, no Brasil, vemos cada dia mais o crescimento do número de jovens que se configuram como 'de direita'. Muito disso se deve a algumas personalidades que vêm, em uma escala consideravelmente grande, ocupando o espaço intelectual dos estudantes - não só dos universitários, mas até dos alunos de escolas fundamentais no Brasil.

O 'retorno do velho'

Uma definição simples para a 'Nova Direita' seria o retorno dos pensamentos conservadores e liberais (de direita, é claro).

É evidente que o pensamento direitista já existe há muito tempo, mas esse fenômeno foi a ressuscitação desses valores, perdidos principalmente durante os anos procedentes a Ditadura Militar.

Há nomes que podem ser citados como responsáveis desse fenômeno, entre eles, o principal é Olavo de Carvalho, o ex-membro do Partido Comunista durante a Ditadura Militar e que elevou sua luta ao máximo contra o controle hegemônico da esquerda sobre a sociedade brasileira.

Além dele, temos outras figuras que fizeram um papel importantíssimo nesse meio: Nando Moura, youtuber e músico conservador que influencia milhares de jovens diariamente; Bené Barbosa, autor e defensor árduo do direito ao armamento civil; Flávio Quintela, autor e crítico assíduo contra a esquerda, além de redator na 'Gazeta do Povo'; Eduardo Bolsonaro, deputado federal (PSC-RJ); André Moledo do Val, youtuber e membro do Movimento Brasil Livre (MBL); e é claro, Jair Bolsonaro, deputado federal (PEN/Patriota).

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Há centenas de outros nomes que podem ser incluídos nessa lista, mas todos eles têm algo em comum: estão influenciando a mente de milhares e milhares de cidadãos brasileiros a pensar e agir como direitistas.

Os conflitos internos

Dentro da 'Nova Direita', é possível observar a presença de alguns conflitos entre seus integrantes. O conflito central é entre os conservadores e liberais, embora pensem em assuntos de maneira semelhante, diferem imensamente em outros, principalmente no que diz respeito aos direitos civis, e às questões econômicas. Os liberais, por exemplo, apoiam a legalização da compra, venda e uso de alguns tipos de entorpecentes, outros também apoiam as causas globalistas, como o feminismo - criando assim uma controvérsia em si mesmos, já que estão apoiando um movimento financiado pela esquerda.

Esses conflitos podem ser uma grande ameaça à sobrevivência da 'Nova Direita', já que estes dois principais grupos também diferem em posições eleitorais, podendo mudar significativamente os resultados das eleições presidenciais do ano que vem.

Essa fragmentação de candidatos pode trazer uma chance à esquerda de se erguer novamente na primeira posição do país. Não há como ditar conclusões prévias, mas é um risco que pode sim, ser protocolado nas previsões e pesquisas referentes ao tema.

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