O racismo ainda existe mesmo depois de séculos da abolição da escravatura. Vemos o racismo em muitos setores da mídia, em lugares como restaurantes, lojas e aeroportos.

Na novela global 'O Outro Lado do Paraíso', cenas fortes vividas pela atriz Erika Januzza fez a mesma reviver cenas tristes de sua vida na qual foi visitar seu namorado num prédio da zona sul e um morador perguntou se ela era empregada.

Ela respondeu com muito bom humor que era a namorada do morador.

Mas na vida nem todos respondem com bom humor a essas críticas. Mesmo tornando o racismo crime inafiançável pela Lei Caó, o que mais vemos são manifestações racistas nas redes sociais e nos ambientes públicos.

Entre os casos mais recentes que aconteceram na mídia e fora dela podemos destacar o episódio de racismo sofrido por Titi filha do casal global Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbanck.

A socialite Day McCarthy publicou comentários ofensivos contra a menina de 4 anos com relação a cor de sua pele e seu cabelo. O casal já esta processando a socialite e a menina recebeu dezenas de mensagens de apoio nas redes.

Outro não tão famoso foi o sofrido por um jovem no aeroporto, que respondeu com muito bom humor ao ataque: uma passageira nos Estados Unidos ia embarcar no mesmo voo de primeira classe que o cantor Walker e protagonizou o episódio de racismo, pedindo que o rapaz saísse da frente e para deixá-la passar.

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Famosos O Outro Lado Do Paraíso

Ele então respondeu mostrando a passagem de primeira classe, dizendo que estava ali na mesma condição que ela e que não sairia dali pois estava no lugar correto. A situação gerou uma enorme confusão.

Dói muito quando vemos um rapaz amigo de cor negra ser parado pela polícia sem nada dever, nós devemos alertar as escolas e as famílias que evitem e combatam casos de racismo. Qualquer um pode denunciar.

Se você sofrer com racismo em um ambiente público ou rede social, procure a delegacia mais próxima e denuncie.

Todos somos iguais, independente de raça, credo e cor segundo a o artigo 5 da Constituição Federal. O que mais acontece é vermos negros competentes serem discriminados em ambientes de trabalho devido a sua cor de pele. A intolerância chega a níveis alarmantes e ninguém faz nada.

O racismo existe desde muito tempo.

Quando minha mãe estudava no Colégio Sacre Coeur, um menina negra veio se matricular e a resposta que obteve inicialmente foi que não havia lugar para ela estudar. No entanto, quando ela apresentou uma carta de recomendação de um grande empresário do Espírito Santo, a coisa mudou de figura e a menina foi matriculada. Até quando vamos conviver com o racismo?

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