As bases para o sucesso empresarial encontram-se não apenas no perfeito desempenho de patrões e empregados, no conhecimento detalhado do ramo escolhido, tampouco no montante do capital investido. É certo que tudo isso conta e cada item possui o seu peso. Contudo é na concorrência e no estabelecimento constante de metas que vai se chegar a um resultado final compensador. Concorrência significa estudo constante e atualizado das tendências mercadológicas referentes ao ramo de atuação. A cada dia novas tecnologias chegam ao mercado [VIDEO] e as empresas em geral inovam seus produtos e serviços aplicando o que de mais sofisticado existe para a satisfação plena de sua clientela.

Nem sempre a satisfação está diretamente ligada ao novo ou moderno, mas este diferencial conta altos pontos na hora da escolha do produto ou do serviço. As medidas para uma disputa em igualdade de condições com a concorrência, quando não for possível participar da inovação tecnológica ou de mercado que exija investimentos acima da capacidade precisa superar em muito as já existentes. Seriam elas: equipe super treinada e capacitada, localização perfeita, atendimento de primeira tanto em termos de agilidade quanto honestidade e fornecimento primoroso no serviço prestado.

A cada ano que passa a concorrência torna-se mais acirrada em todo e qualquer ramo de atividade. Prender-se a métodos corriqueiros torna-se um convite ao vanguardismo de outros que não perderam a carruagem.

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A visão de mercado precisa ser global e o acompanhamento de tendências dentro do ramo em que se atua não pode se restringir a um único território; por vezes o que está acontecendo além das fronteiras tem muito mais a ver com a demanda local e, deixar passar despercebido esse detalhe é uma falha imperdoável. Demorar a implantar, em outros estados ou no estrangeiro, o negócio que já está bem sucedido localmente, achando que não vai valer a pena o investimento, é perder a chance de descobrir novas tendências; uma ousadia nesse sentido, nem que seja experimental, pode surpreender. A indecisão pode dar chance a que outras empresas se surpreendam primeiro.

Escolhendo a carreira

Preparar-se para uma carreira é mais do que ser aprovado em todos os exames ou levar para o currículo as magnificas notas escolares e os inúmeros cursos já completados. A vocação não pode se resumir a um gosto pessoal, tampouco se basear nas matérias com as melhores notas; isto não representa o todo da capacidade nem garante que essas áreas sejam as mais adequadas.

Muitas vezes o gosto por determinada matéria escolar não reflete a capacidade mercadológica; a teoria na prática pode ser bem diferente e, não raro, o oposto. A tendência de mercado no que tange à profissão tem muito mais a ver com a história pessoal de vida do que com conhecimentos teóricos. O sucesso do pai ou dos pais não pode servir como referência e em muitos casos pode ser prejudicial, não o sucesso em si, mas a ideia de que o filho precisa seguir o mesmo caminho. A questão é muito mais interna do que externa.

Todos trazem o "germe" da realização e esta descoberta é algo pessoal que pode obter a ajuda do aconselhamento ou sugestão, mas nunca imposição. Desde a mais tenra idade a personalidade já expressa qual, no futuro, será o caminho profissional; é uma questão de observação sem que palpites impensados interfiram no acompanhamento. O filho de um renomado doutor em medicina ou em filosofia pode se tornar um ator ou um cantor de sucesso. Como a Filha de uma exímia e famosa bailarina pode vir a ser uma excelente pedagoga. A consanguinidade não reflete, em absoluto, a semelhança vocacional. A interferência nesse processo natural pode representar a infelicidade na carreira profissional [VIDEO].