Não é somente a profunda crise financeira e política na qual o Brasil foi mergulhado pela explosiva mistura de corrupção e incompetência dos governos recentes que transformaram o possiíel retorno de Lula ao poder uma verdadeira ameaça para a estabilidade econômica do país. Os constantes ataques à justiça e às instituições por parte de uma figura que outrora contou com esmagadora aprovação e apoio da imensa maioria da população brasileira, mas que hoje se transformou em um símbolo da corrupção e do autoritarismo.

Lula e Dilma financiaram com o dinheiro dos nossos impostos uma ditadura na Venezuela, país que nas décadas de 80 e 90 foi a maior economia da América Latina e hoje está mergulhada na miséria e no caos, graças ao Ditador Nicolás Maduro, apoiado e defendido por Lula, Dilma, o PT, PCdoB, PSOL e PDT. Este dinheiro retirado da mesa dos mais pobres e que poderia ter sido utilizado no nosso país, em investimentos na saúde, educação, infraestrutura e segurança pública.

Lula e a sua rede de apoio são contra as reformas tão necessárias para o país, como as privatizações de estatais paquidérmicas e ineficientes, a reforma da previdência e trabalhista e já prometeu realizar referendo reverter as reformas promovidas por Temer, que trouxeram otimismo ao mercado e retorno do capital de investimento.

O autoritarismo do discurso populista do condenado beira ao delírio ditatorial, prometendo em todos os seus comícios antecipados e ilegais entre outras medidas: convocar uma constituinte para ganhar plenos poderes, tal como o fez seu amigo Maduro na Venezuela, regular (censurar) a imprensa e demitir o juiz Sérgio Moro, prender procuradores, jornalistas e opositores, constituindo-se em uma verdadeira ameaça para a Democracia.

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Lula Governo

Ao ver as aspirações bolivarianas e anti-democráticas mais distantes, investidores locais e internacionais puxaram a alta do índice da nossa bolsa de valores para o maior patamar da história.

Lula, o condenado, é a maior ameaça para a democracia e a sua morte política é a única solução para o Brasil voltar a crescer, mas existe um risco ainda pairando no ar: o STF. Em jurisprudência recente, a corte suprema decidiu por seis votos a quatro, que os condenados em segunda instância, após cumprimento de todos os recursos na mesma, já devem começar a cumprir pena, porém, após a condenação do seu padrinho, a presidente do supremo, que já teve como convidado de honra para sua posse o condenado por corrupção, colocará em pauta nas primeiras sessões do ano da corte a revisão desta jurisprudência, como se a justiça brasileira fosse um jogo, no qual adaptam-se as regras segundo os interesses dos participantes e ao que tudo parece, com o único objetivo de evitar a prisão do seu padrinho, caso o entendimento da prisão em segunda instância seja reformada pela corte.

Este clima de instabilidade, pode trazer oscilações fortes no mercado nos próximos dias, embora a tendência de longo prazo seja de alta. Assim sendo, cautela é necessária na hora de planejar investir em renda variável neste momento no qual o otimismo domina as operações de mercado.

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