A cantora #Pabllo Vittar e o cantor Lucas Lucco [VIDEO]lançaram a música “Paraíso” no domingo, dia 28, e a chuva de críticas pela parceria e melodia presentes na música estão agitando a web. É verdade que no mundo contemporâneo a figura de um transexual incomoda muito boa parte dos considerados conservadores na sociedade.

Pabllo Vittar estourou de certa forma e calou a boca de grande parte dos críticos, sendo fundamental para o sucesso por onde passou, seja no Carnaval do ano passado quanto ao prêmio que ganhou no ‘’Domingão do Faustão’’, da Rede Globo.

A cantora reforça a ideia da liberdade de escolha. Entretanto, choca para muitos o entendimento crucial do homem e da mulher em seus relacionamentos.

Exemplo de marketing, assim como Neymar e Cristiano Ronaldo, Pabllo Vittar [VIDEO]surpreende aos seus ouvintes com parcerias que estouraram no mercado musical.

“Paraíso” é atraente, assim como a melodia. Porém, a figura pública de Vittar ainda é um assunto complicado na sociedade. A batida e a performance dos dois cantores estão bombando nas redes sociais com comentários positivos e negativos, não por causa da letra, mas, sim, da parceria formada.

O preconceito gerado por causa da cantora ainda assusta toda a sociedade, pois não é normal se ver essa liberdade e mudança de valores tão repentina, que está revolucionando o mercado musical. As barreiras estão aí para serem quebradas, mas levará um certo tempo para que futuras gerações compreendam os novos modos, atitudes de “Pabllos Vittares”, “Clodovis”, “Rogérias”, “Leões Lobos”, “Anas Carolina”, entre outros artistas do Brasil que compõem o chamado LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).

#Lucas Lucco, Anitta, entre outros artistas, estão combatendo todos os tipos de preconceito e garantem que há espaço para todos mostrarem seu trabalho. O que a pessoa é ou deixa de ser não garante o sustento de ninguém, nem tampouco viralizar de forma negativa, difamando a imagem seja do artista ou pessoa comum.

A cantora pode ter todos os defeitos do mundo, mas se chegou ao topo foi porque lutou até o fim, assim como desmerecem os artistas do funk, entre outros grupos difamados na sociedade. A intolerância já é um mal tão grave quanto a não aceitação dos imigrantes pelo mundo afora. O mundo só será perfeito a partir da correção do perfeccionismo contemporâneo de ideias desenvolvidas atrasadas perante um bem social e musical. Ninguém é obrigado a escutar o que não quer. Entretanto, é obrigado a respeitar todos os gêneros.