O custo de vida dos brasileiros tem ficado cada vez mais caro, e a qualidade de vida tem despencado. Para os moradores de São Paulo, que usam mais de uma condução por dia, o custo para trabalhar ou realizar qualquer atividade fora de casa tem ficado caro. Os R$ 17 que aumentaram no salário mínimo, certamente, ficará no transporte, gasolina ou no gás.

Neste domingo (7), entram em vigor as novas tarifas de Transporte público coletivo:

  • Ônibus, metrô e trens aumentaram para R$ 4,00;
  • O bilhete mensal integrado aumentou para R$ 307,00;
  • O mensal comum aumentou para R$ 194,30;
  • O bilhete diário integrado passou para R$ 20,50, seguido do bilhete diário comum, que passará a custar R$ 15,30.

Todos sabem que o Brasil é um país que tem sofrido, constantemente, com a corrupção afetando diretamente o bolso dos brasileiros.

São Paulo é o maior centro econômico do país e, também, tem sido cenário da atuação de atos ilícitos. Para justificar o reajuste, a Prefeitura e o governo do Estado alegam que "é preciso adequar a receita ao custo do sistema".

E quem paga? O cidadão que não tem haver com a roubalheira do sistema. Sorte para aqueles que conseguiram recarregar o bilhete antes da zero hora da noite de sábado (6).

Desde o ano de 1994 as tarifas de transporte público têm subido constantemente.

Houve uma leve estabilizada de 2006 a 2009, quando o valor era de R$ 2,30, e de 2011 a 2014, com o valor de R$ 3,00. Desde então, o valor continua a subir. A Prefeitura já havia avisado sobre o aumento no dia 21 de dezembro passado. De acordo com o secretário municipal de Transporte, Sérgio Avelleda: "... haverá uma recomposição do valor para manter sua capacidade de pagar o sistema".

Doria é aprovado pela população paulistana

O prefeito da capital paulista, João Doria (PSDB), tem notável popularidade e 60% dos paulistanos gostam da sua gestão (Datafolha).

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Corrupção

Contudo, suas promessas têm sofrido modificações. Na educação, Doria afirmou, em campanha, que entregaria 103 mil vagas em creches, mas recentemente o numero caiu para 65,5 mil até 2018.

Na saúde prometeu zerar a fila de exames, porém isso ainda não aconteceu e a previsão é que se consiga em até 2020; e as privatizações estão em andamento. Nessa decisão estavam envolvidos o prefeito e o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Nas campanhas de João Doria foram feitas várias promessas e uma delas era a de não aumentar o valor das tarifas de transporte público na cidade de São Paulo. Ele cumpriu, mas o governo estadual alega que o cumprimento dessa promessa (não aumentar as tarifas em 2017) gerou um rombo nos cofres públicos municipais, o que torna inevitável o aumento das tarifas neste ano de 2018.

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