Quem tem 30 anos ou mais, certamente, podem observar que a sociedade sofreu um grave declínio de valores, pois as pessoas têm cada vez tolerado menos umas as outras e a mecânica cotidiana tem assassinado o bom senso e os bons costumes, que são vitais para um harmonioso convívio social. Tais fatores são facilmente perceptíveis ao passar os olhos nas redes sociais, onde observa-se que o ser humano não tolera o seu semelhante, mesmo estando longe geograficamente, pois toda rede social possui os famigerados haters, que postam reações de ódio às postagens.

Então, se não toleramos quem está longe, quem dirá membros da família, amigos ou conhecidos. Diante disso, surge a interrogação: O que aconteceu para cairmos neste abismo?

Atualmente possuímos uma infinidade de tralhas tecnológicas, informação ao alcance das mãos e inúmeras ferramentas que nos facilitam em diversas áreas da vida cotidiana. Inclusive, a geração que nasceu neste ambiente high tech cultiva um sentimento de superioridade em relação às pessoas que não dominam o mundo digital.

Tal sentimento de superioridade pode ser a chave que pode ter desencadeado uma série de problemas sociais, conforme podemos vivenciar nos dias de hoje. Mas, para trazer maior clareza ao raciocínio, é importante retroceder aos primórdios da civilização.

Desde o princípio da civilização humana, o conhecimento é transmitido dos membros mais velhos para os mais jovens. Os idosos eram incumbidos da importante missão de levar conhecimento aos jovens, pois a idade lhes conferiam muitos conhecimentos e experiências de vida, que era transmitida às gerações seguintes.

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O jovem, por sua vez, buscava constantemente o conselho dos mais velhos, pois a idade avançada vinha acompanhada de credibilidade e enorme respeito. Milhões de anos se passaram e a geração contemporânea quebrou alguns paradigmas, perdeu bom senso e empobreceu intelectualmente.

Para ser mais claro, esta é a única geração que não escuta os mais velhos, não os respeita, não aprende nada com seus familiares, nutre a mente com lixo desinformativo e se autodenomina intelectual por estar em uma universidade ou já estar formado em uma, sem ao menos dominar uma operação elementar de multiplicação ou divisão matemática.

Considerando a constante tradição do ensino ao longo dos tempos, transmitida de pai para filho ou avós para netos, pode-se perceber que a cultura e a identidade de um povo eram perpetuadas por longos anos. Tal ciclo só se quebrava em casos trágicos, em que civilizações eram dizimadas em guerras.

Em paralelo a tal raciocínio, fica evidenciado que a geração atual perdeu sua identidade, está perdida em modismos, tendências midiáticas, está vazia, não aprendeu nada de valor e não tem nada a ensinar.

Então, daqui para frente, tudo tende a piorar.

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