Existem dois tipos de solidão, sendo uma, a solidão objetiva e real, quando as pessoas estão ausentes do objecto externo, isto é, sem ninguém ao redor.

Já o outro tipo de solidão é a subjetiva, quando a pessoa está ausente de seu objeto interno, ou seja, a pessoa está desencontrada, desconectada de si mesma.

Portanto, a solidão é um estado de espírito.

Quantas pessoas vivem sozinhas, e lhes são boa companhia, realizando em face disso, muitas coisas prazerosas.

Enquanto outras, mesmo rodeadas, por uma multidão , não conseguem preencher a solidão interna.

Segundo a psicóloga Débora Água-Doce, no primeiro caso, há uma perda do objeto, no segundo caso, há uma perda do amor do objeto, isto é:

Estar sozinha, quando há uma perda de objeto (solidão externa) é o mesmo que estar sem ninguém por perto, normalmente acontece com todas as pessoas, quando são obrigadas, por um motivo qualquer a estarem afastadas das demais.

Estar sozinha, quando há uma perda de amor do objeto, implica em "solidão interna", quando a pessoa, por deficiência de amor próprio, jamais consegue preencher o vazio dentro de si, mesmo estando acompanhada.

Existem pessoas, que têm muito medo da solidão, precisam da presença de outras pessoas, para se sentirem amparadas. Isso ocorre independentemente de idade, enquanto outras, se sentem bem quando estão sozinhas.

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Jamais existe solidão, quando a pessoa se reconhece, e sem medo de se encarar de frente, consegue ficar só, seja por muito, ou por pouco tempo.

Afetivamente falando, existem pessoas, que buscam no relacionamento, preencher seus vazios, obviamente, este estará fadado ao insucesso, pois ninguém suportar manter alguém escorado psicologicamente, por muito tempo.

Quando alguém está sozinho, necessariamente, não quer dizer, que sinta solidão.

A solidão interna nada tem a ver com estar só.

As pessoas internamente solitárias jamais conseguem ficar sozinhas. Mal acabam um relacionamento e já buscam outro, e assim, sucessivamente.

Essas pessoas, infelizmente desconhecem que jamais existe solidão, quando alguém se ama, e se faz boa companhia. A 'própria companhia' ensina muita coisa, inclusive, pode se tornar mais criativa, mais caprichosa e mais observadora.

É bom ter uma infinidade de amigos, fazendo do lazer um ponto alegre e feliz da vida e dos encontros, pois a alegria põe o mundo mais longe da doença, mas para isso é importante também, saber ficar sozinha sem sentir solidão.

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