Pesquisas mostram que um dos assuntos que causam mais polêmica entre leigos e versados é o cuidar do corpo. Apesar do crescente número de obesos nos últimos anos, a grande maioria de homens e mulheres estão numa busca constante de novidades originadas de grandes descobertas dos investidores obcecados por aperfeiçoamento. Análise de vários estudiosos revela que nunca se soube de uma época em que o homem tenha se mostrado tão flexível com o melhorar em aparência aquilo que dantes era tido como privilégios ou obrigações das mulheres.

Uma vez que se esclarece o que seria primordial para se aderir uma condição em que há auto suficiência esteja no topo da nossa lista de prioridades, notar-se- ia uma quantidade significativa de pessoas que nunca estão satisfeitas por simplesmente desconhecer o que realmente é relevante para sentir de bem com tudo e todos. É óbvio que aquele que não busca o devido conhecimento de todas as coisas, que optam por viver num estado de carência de informações, reconhecimentos e sabedoria, tendem a exagerar em suas perspectivas.

A maior dúvida que soa na mente da minoria que se mantém focada nos pontos positivos e negativos que regem toda a razão, motivos e circunstâncias; é se vai ou não chegar o espetacular momento em que não haverá mais uniformidade de opiniões. Até então, o que se sabe é que grande parte da população não chega num senso comum de que saúde não é só estar saudável, mas sim de estar bem consigo mesmo.

O que seria uma fuga para os que se sentem oprimidos e excluídos da sociedade, passa a ser uma tortura e tentação para os que se sentem na obrigação de serem o centro de perfeição da mesma.

Um dos fatores importantes que mudaria o rumo dessas complexidades, seria todos buscarem compreender as diferenças entre ser e estar.

Especuladores insistem em manter a afirmação de que ter saúde é diferente de estar com saúde; a pessoa que tem saúde precisa simplesmente continuar com seu ritmo habitual para que continue conservando seu estado, já a que está, precisa manter um esforço constante para conquistar o hábito que pode lhe proporcionar o prolongamento do que adquiriu.

Embora o avanço tecnológico venha trazendo uma aumento de resoluções satisfatórias, isso não diminui a inquietação da população. Um exemplo de preocupação que assola a humanidade num todo são conhecidas como colesterol e glicose que apesar de serem duas substâncias essenciais à vida, também são controladas por nosso organismo com total rigor. Seus nomes simples escondem o quanto parecem ser assustadores se não forem devidamente controlados e até mesmo vigiados, em alguns casos podem se tornar em pavorosos vilões assassinos.

Os efeitos do excesso do colesterol resultam em doenças cardiovasculares. Já a glicose em alta é um alerta para a provável manifestação da diabete uma das doenças, mais devastadora dos últimos tempos.

A dúvida crucial do momento é: Estamos mesmo cientes de como devemos cuidar, do que os religiosos chamam de morada do nosso espírito?

Enquanto muitos estudiosos continuam em busca dos melhores meios para convencer as pessoas da gravidade em não se observar certos cuidados e sucintas informações para alcançarmos ou mantermos nossa saúde, grupos de especialistas também atuam promovendo argumentos em defesa do bem estar apresentando suas convicções de que o corpo num todo precisa ser cuidado e observado.

Unhas bem pintadas, com cutículas devidamente removidas, peles bronzeadas e hidratadas, cabelos bem cuidados, acessórios e maquilagem, fazem parte ou são meras sugestões para se manter ou adquirir saúde?

Indagações contestáveis e respostas duvidosas se espalham por toda a parte, mas o que prevalece é o instinto natural de cada ser ao se posicionar em defesa daquilo que seguramente lhes proporcionam prazer e paz.

Na matemática foi comprovado que a ordem dos produtos não alteram os fatores, mas será que isso se aplica em todas as outras áreas em seus aspectos teóricos e práticos?

Assim como grandes quantidades de medicamentos surgem como que na velocidade da luz, também produtos cosméticos vêm ocupando seu lugar como que se competissem em importância e utilidade.

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