O Brasil faz jus ao apelido de país do futebol. Somos o único país pentacampeão mundial, temos uma fábrica de ótimos jogadores, entre eles, Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho, Garrincha, Kaká, Romário, Zico, Pelé, e o então astro mundial Neymar.

Já na Política a fama não é muito boa. O país acabou de passar recentemente por um impeachment de uma presidente da República, além de ter vários políticos, de diversas esferas, e empresários denunciados e condenados pela justiça.

Mas o que a política e o Neymar têm a ver?

Vida política do brasileiro

Entendemos política como todo ato que atinge a coletividade. Desta maneira, desviar dinheiro público, comprar votos de parlamentares, dar dinheiro para o policial liberar seu carro ou moto, fraudar a conta de energia elétrica etc. configura-se ato político.

A corrupção na vida política brasileira não está apenas nas ações dos representantes políticos, mas também no cotidiano da maioria dos brasileiros. A ideia de querer levar vantagens é algo estrutural em nosso país. Muitas pessoas que vão às ruas protestar contra atos corruptos dos agentes políticos e econômicos, de maneira direta ou indireta, participam de corrupção em pequena escala.

Como dito acima, isto ocorre porque não há senso coletivo na maioria dos brasileiros. O que há é uma urgência em tirar vantagens em tudo. O individualismo impera sobre o imaginário geral.

Desta forma, o representante político rouba o dinheiro que iria para as escolas e hospitais, para comprar seu sítio. Assim como o trabalhador comum paga o famoso cafezinho para o policial ao invés de pagar o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículo Automotor) e contribuir para a melhoria da administração pública.

Ou seja, a corrupção está entranhada nas veias da sociedade brasileira.

Vida política de Neymar

Nosso maior astro do futebol atual é um reflexo do individualismo que impera na sociedade brasileira. Neymar não funciona coletivamente. Ele tem a necessidade de brilhar, nem que isso tenha que ofuscar os demais companheiros de equipe.

No Santos, ele desrespeitou o então técnico Dorival Junior, o que culminou na demissão do treinador.

No Barcelona, assim que chegou, não gostava de ser substituído e expressava isto com gestos a beira do campo.

No Paris Saint-Germain, fez birra com Cavani, que era o cobrador de pênaltis, além de ser mal educado em diversas ocasiões com a torcida do time. Na Seleção Brasileira, já protagonizou cenas lastimáveis, como a que gerou sua expulsão contra a Colômbia, em 2015, pela Copa América, deixando o Brasil na mão.

Resta saber se assim como o individualismo corruptível, que está desmantelando o Brasil, vai também, através de Neymar, prejudicar o time da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2018 na Rússia.

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