Em grande estilo como habitualmente, aconteceu neste domingo (04), mais uma entrega de estatuetas do Oscar. Entre os presentes na cerimônia, sentada na primeira fila, linda e majestosa estava a setentona e magnífica Meryl Streep em vestido vermelho Christian Dior. Citada em alguns momentos e discursos, chegou a ser declarada como a causadora do acidente que deixou a atriz, produtora e diretora, Jodie Foster, andando de muletas, Jodie remeteu a acusação de violência, ao filme "Eu, Tonya", que deu o prêmio de melhor atriz coadjuvante para Allison Janney, no qual a patinadora quebra o joelho da rival.

Brincadeiras à parte, o Oscar contou com muitas piadas e muita simpatia por parte de organizadores, jornalistas e beldades presentes. Mas, como sempre, aparições públicas deste nível são plataformas de manifestos que projetam escândalos e manifestações do meio cinematográfico. Em um ano recheado de assédios sexuais e protestos pela igualdade de remuneração para ambos os sexos, tendo em vista que em pleno século XXI ainda contemplamos mulheres ganhando menos que homens com a mesma atribuição profissional.

Vale a pena citar novidades como melhor filme estrangeiro, o contemplado foi "Uma Mulher fantástica", estrelado por pessoa transexual, um fato inédito até então. A vencedora de melhor animação, "Viva - A vida é uma festa", também levou estatueta de melhor canção original por "Remember me", interpretada por Miguel.

O prêmio de melhor filme revelou pouca surpresa. Do diretor Guillermo del Toro, o agraciado e aclamado "A forma da água" já era tido como grande favorito, Veteranos como a já Oscarizada Francis Mcdormand, melhor atriz pelo filme "Três anúncios para um crime" , que também contemplou Sam Rockwell, como melhor ator coadjuvante.

O Melhor ator foi Gary Oldman por "O destino de uma nação", recebendo sua merecida primeira estatueta, no qual interpreta o ex-Primeiro Ministro do Reino Unido, Winston Churchill.

Completando 90 anos de atribuições em premiações, justifica ressalvar e cumprimentar a Oscar Academy Awards pela notoriedade e poder comercial na distribuição de estatuetas que projetam valor às películas cinematográficas, levando muitos cinéfilos às salas de projeção para conferir os agraciados.

Assim, Jane Fonda, aos 80 anos alinhada em modelito branco, ao lado de Helen Mirren aos 72, provam que idade é só um número, ainda mais se tão bem acompanhadas de um jovem magro dourado de 90 anos chamado Oscar.

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