Esta semana, começa mais uma vez com um crime bárbaro preenchendo as manchetes dos jornais. A menina Emanuelly Aghata da Silva, de 5 anos, foi cruelmente morta por seus pais na casa onde moravam, em Itapetininga (SP).

O caso

Na noite de sexta-feira (2), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para o atendimento da menina. Os pais, Débora Rolim da Silva, de 24 anos, e Phelipe Douglas Alves, de 25 anos, relataram que a menina, após ter caído da cama, estava sofrendo uma convulsão.

Ao chegar ao hospital e ser atendida, foi constatada pela equipe médica de plantão a presença de muitos hematomas pelo corpo da criança e a falta de evidências do tombo que os pais afirmavam ter sofrido sua filha. Chamada a polícia, foram inquiridos sobre o que realmente havia acontecido e declararam que a menina se auto-lesionava.

Encaminhados para a delegacia, foram presos e ficarão aguardando a audiência de julgamento que ainda não tem data marcada.

Os avós tentaram salvar a neta de seus pais agressores

Os avós da menina deram seus depoimentos, o que não deixou dúvidas sobre o crime. Irene de Jesus, avó materna de Emanuelly Aghata, disse já ter presenciado outras agressões dos pais contra a menor e que já havia inclusive ter tentado ficar com a menina sobre seus cuidados. “Às vezes via marcas roxas nela e Débora dizia que a menina tinha caído, mas sempre suspeitei que fosse mentira.

Até tentei pegar ela para criar, mas não consegui”, lamenta. O avô da menina, Rubens da Silva, disse estar muito revoltado pensando em todo o sofrimento que a neta vinha passando em sua vidinha tão prematuramente tirada.

Outro caso famoso: Isabella Nardoni

Outros casos como o da menina Emanuelly Aghata já tiveram grande repercussão na mídia e ficaram famosos, por tamanha crueldade e falta de amor por aqueles que deveriam cuidar e resguardar suas vidas.

Foi o caso da morte da menina Isabella de Oliveira Nardoni, de cinco anos de idade, também. Isabella estava em visita a casa de seu pai e sua madrasta do final de semana, dia 29 de março de 2008, e foi encontrada morta no gramado do Edifício, após ter caído de uma altura de seis andares.

A perícia constatou que a tela da janela do quarto da menina havia sido cortada e que a presença de sangue no carro da família e quarto da criança indicavam que ela havia sofrido maus tratos e sido lançada pela janela do sexto andar do prédio.

Após depoimentos contraditórios de Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, a Justiça os condenou a pagar a pena de reclusão de 31 anos e 26 anos, respectivamente.

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