Na última década, os estudos científicos têm demonstrado que a população mundial está vivendo mais. Contudo, esse é um novo fenômenos que as ciências da saúde têm que lidar. Com o aumento da expectativa de vida, alguns problemas de saúde se apresentam com mais ênfase na população idosa e, consequentemente, há a necessidade de execução de novos avanços na área médica para que as pessoas tenham melhor qualidade de vida.

Entre a gama diversificada de patologias adversas que acometem os idosos, está também a depressão. Conhecida nas ciências da saúde pelo nome de depressão maior, esta patologia ainda se apresenta na Terceira Idade com outras comorbidades, como, por exemplo, Alzheimer e mal de Parkinson. Com o aumento da Expectativa De Vida, surgem novos desafios para os profissionais de saúde.

A depressão maior é um dos problemas de saúde que mais está presente na terceira idade.

Um dos fatores de sofrimento que ela acarreta é a perda da autonomia, bem como o agravamento de patologias que tiveram o seu início antes do diagnóstico do transtorno de humor. O quadro depressivo se apresenta com uma ampla gama de sintomas emocionais, cognitivos e fisiológicos, ocasionando sofrimento ao idoso e um gasto enfático na área de saúde pública.

Algo muito discutido no meio científico, ao que se refere à depressão, é a necessidade de um diagnóstico precoce e, consequentemente, um bom tratamento que possa diminuir significativamente o sofrimento do idoso.

No dos que se encontram institucionalizados, alguns dados apontam para o fato de que a falta de cuidados de enfermagem contribui para a intensificação da patologia. Este é um indicador importante, pois, em lares de terceira idade, os cuidados deveriam ser mais próximos e mais intensificados.

A utilização de instrumentos de mensuração de sintomas depressivos por clínicos pode contribuir para o rastreamento de morbidades e a prevenção do risco de suicídio na terceira idade.

Além disso, também pode ajudar a evitar o agravamento de doenças crônicas que se apresentam junto à depressão maior. No contexto da saúde mental do idoso, é importante atentar-se para as questões que estão atreladas ao problema.

Questões como a saúde mental dos cuidadores no caso de idosos que necessitam de cuidados especiais e a saúde dos familiares, os quais fazem parte do circulo de convivência, merece especial atenção.

Existe uma parcela significativa de idosos institucionalizados e esse problema requer maior atenção, pois pode significar um afrouxamento dos vínculos familiares, contribuindo para manutenção de processos patológicos crônicos.

Os profissionais de saúde também podem ser agentes que podem contribuir para evitar a institucionalização do idoso, através de atendimentos mais humanizados e rastreamento de possíveis patologia, pois cada vez mais se tem a necessidade de uma utilização dos procedimentos em saúde para sejam condizentes com a nova realidade de expectativa de vida.

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