O Supremo Tribunal Federal (STF) mostra-se resistente a prisão de condenados em segunda instância. Segundo informações do portal ''O Globo'', um forte núcleo na Suprema Corte abre uma luta incessante fazendo com que a impunidade não seja devidamente combatida.

Em uma análise sobre os ministros, torna-se evidente o fato de que foi criada uma ''guerrilha técnica'' com o intuito de tirar da prisão condenados e evitar que mais criminosos sejam levados até a cadeia.

Os ministros Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli mostram-se simpáticos ao Partidos dos Trabalhadores (PT), fazendo com que as investigações contra os acusados do partido se tornem mais difíceis pela ''proteção'' desses ministros. O PT é um dos principais partidos a se envolverem em corrupção após descobertas feitas pela Lava Jato.

O ministro Gilmar Mendes mostrou toda a sua fúria. No início, Mendes não tinha posição, mas conforme o decorrer das investigações ele colocou-se contra a Lava Jato.

Na análise do portal, Mendes estaria tendo a mesma visão da esquerda brasileira, que é a de soltar presos condenados e demonstrar repúdio a procuradores e juízes.

Marco Aurélio Mello e Celso de Mello, segundo a análise, estão em ''outro mundo''. Os ministros baseiam-se apenas em uma tese jurídica, não conseguindo compreender as circunstâncias catastróficas que ocorrem com a real população brasileira.

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Lula

De outro ponto, a maioria da sociedade aprova as investigações da Lava Jato e quer a condenação de condenados, assim como ocorreu a prisão do líder do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em que a maioria da população manifestou apoio a condenação.

'Tempos estranhos'

Para o ministro Marco Aurélio, a sociedade vive ''tempos estranhos''. O magistrado é visto como um dos mais críticos e mais condescendente com os réus da Lava Jato.

A Segunda Turma do Supremo é a mais favorável aos investigados. Um fato marcante é a questão da Lei Ficha Limpa, em que foi ignorada, dando o reconhecimento do ex-senador Demóstenes Torres se tornar candidato nas eleições. Os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes ajudaram o ex-senador a continuar na política mesmo sendo ficha suja conforme descobertas envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Dessa forma, o ex-presidente Lula ganha apoio nas eleições. Mesmo sendo ficha suja, Lula poderia se vangloriar da decisão envolvendo Demóstenes e se tornar candidato à presidência.

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